Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Epífitas são plantas que passam pelo menos parte de sua vida em outras plantas sem contato metabólico com seu hospedeiro. Elas são uma característica particular das florestas tropicais e subtropicais, em menor diversidade e abundância também habitam em outros tipos de vegetação, como as florestas secas, manguezais e desertos. Estas plantas são importantes não só parte da vegetação , mas também têm uma forte influência sobre grande parte da fauna, já que muitas delas, especialmente as epífitas pertencentes a família das Bromeliaceae, fornece água, alimento e habitat para mamíferos, insetos, pequenos moluscos e anfíbios. As folhas de muitas espécies apresentam coloridos e desenhos muito atraentes, sendo de grande valor ornamental. Podem ter as margens lisas, serrilhadas ou fortemente espinescentes. Suas flores podem ser de várias cores e são geralmente dispostas em inflorescência que podem ser simples ou compostas e muitas vezes protegidas por brácteas vistosas. A maior parte das espécies de Bromélias é fecundada pelos Beija-Flores que são atraídos pelas brácteas vistosas das plantas e pelo néctar de presença abundante nas suas flores. Outras espécies são fecundadas por morcegos e mariposas, estas exalam um forte odor noturno; ainda algumas outras por abelhas, borboletas e besouros. O início da Criação – Veladas nas brumas do tempo fugaz, incontáveis milhões e sem registro de anos antes do aparecimento da espécie Homo Sapiens, a laranja, sol, escaldante primitiva anunciou o inicio da criação das Bromeliaceae: a metamorfose de vários grupos de células de plantas para as menores ancestrais das Bromélias modernas. Em sua busca de auto-preservação, evolução e mutação com a formula impiedosa da lei da sobrevivência do mais apto, elas armaram uma defesa de espinhos penetrantes nas folhas contra os predadores, adaptaram-se às condições climáticas de cultivo em climas quentes e frios, relevos altos e baixos, úmida e seca. Mas o mais importante para sua perpetuação no infinito do tempo, elas desenvolveram características de grande beleza e impressionante conformação, dramática simetria, profundas texturas, folhas brilhantes e brilhantes cores saturadas – todas as matizes do arco-íris. Através dos séculos atraiu formigas e insetos para realizar a polinização essencial para seu ciclo reprodutivo, e rastejando na evolução, incrivelmente lenta. Em meados dos anos de 1800, as brácteas vermelhas e o roxo imperial dos copos atraiu seus polinizadores finais e benfeitores, o próprio homem. Num tempo relativamente breve, entre aquela época e a atualidade, elas tornaram-se recolhidas, protegidas, e agora em uma urdidura de tempos de genética, viajando a uma velocidade de marcha. Novos cruzamentos de híbridos de Neoregelias renderá mais neste ano do que todas as espécies de Neoregelias e híbridos naturais na soma total registrada na história. Como híbridos chegam à segunda geração, terceira e quarta a partir das espécies de variações aumenta. A Agonia do Êxtase – As Bromélias tornaram-se o nosso orgulho e nossa paixão, o nosso êxtase, e ocasionalmente, nossa agonia, somos viciados em meandros de seus padrões caleidoscópicos para a suave chuva de verão; para um Colecionador sério ambos são afrodisíacos, as moedas de ouro contadas em casa como um Rei, o ruflar dos tambores e o voseio das trombetas no crescimento de uma sinfonia clássica. Elas são uma forma de entretenimento tão puro e complexo como um musical da Broadway; Neoregélias e Tillandsias se combinam intrinsecamente, com o ambiente em que elas são exibidas, são uma forma de arte elevada, as imagens em uma exposição no Louvre. Para os Colecionadores e alguns leitores elas são a felicidade, pois eles sentem prazer, são uma onda de quente de orgulho e o contentamento e satisfação de um relacionamento pessoal com outro ser vivo; uma extensão do ego e eu. A chave, mais importante, para nunca ser esquecida, esculpida em granito – principio fundamental de coleta de Bromélias na alegria de viver – joie de vivre, a alegria da vida com as plantas, de todas as atividades que cercam as plantas, e de tudo que se relaciona com as plantas. É com este principio que as Bromélias, e no meu caso as Neoregélias e Tillandsias especificamente, são destinadas a ser apreciadas, que esta série de artigos que faço, os meus anos de dedicação de montagem cênicas de arranjos, e todas as minhas atividades no mundo das Bromélias são dedicados. A Mística da Hibridação – As Bromélias, nos primeiros anos eram a principal aquisição esotérica dos ricos e famosos, outros poucos podiam pagar e patrocinar as expedições de grandes coletas de 1800, e as Bromélias estavam pouco disponíveis em qualquer outra forma. Um pouco como a meia-irmã deixou a casa para o Baile Real, as Bromélias freqüentemente tinham de tomar o assento de volta para apresentar suas primas, as Orquídeas, nas estufas vitorianas, que geralmente eram das coleções de plantas exóticas de muitas famílias. Posteriormente, as Orquídeas foram hibridizadas, em maior número, e com mais publicidade do que as Bromélias. Das torres de marfim de suas estufas de ouro cuidadosamente guardadas e protegidas, para às pessoas de fora eram raramente permitido o acesso a estes tesouros. Novos híbridos foram ocasionalmente doados e / ou vendidos para poucos privilegiados, mas de uma forma confusa, poucos registros precisos foram mantidos, e se eles foram, eles não eram necessariamente revelados. Nomes mais cruz estavam sem parentesco. Muitas vezes, as plantas semelhantes com nomes diferentes eram sujeitas de serem irmãs apenas diferentes do mesmo cruzamento, em vez de os produtos de cruzamentos entre diferentes conjuntos de pais. Na verdade os grandes hibridizadores de todos os tempos foram e são ainda os graciosos Beija-Flores, pois através deles surgem os chamados híbridos naturais, que em nada ficam a dever aos cruzamentos manipulados pelo homem. Não são híbridos produzidos em alta escala, mas em nada ficam a dever em cores e formas, estes por sua vez alcançam altos preços no mercado, pois os Colecionadores estão sempre buscando novidades para suas coleções.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
IDÉIAS E REVELAÇÕES PARA MONTAGEM
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
As Tillandsias são indiscutivelmente, as plantas mais interessantes, exóticas e divertias que existem. Pense sobre isso. Que outras plantas você pode imaginar que pode crescer e florescer sem qualquer tipo de solo para as raízes – podendo assim ser cultivadas em espaços verticais ligados a qualquer coisa... ou nada, tem uma variedade tão grande de formas, cores, tamanhos... Algumas idéias muito bonitas para exibir suas Airplants, são panelas de ferro antigas, cestas de palha, vasos de barro, potes ou galhos de árvores caídos com interessantes formas torcidas, troncos, conchas e tudo mais que a sua imaginação aprovar... As possibilidades são infinitas... Apenas certifique-se de permitir que a planta receberá um pouco de ar para ajudar a secá-la antes de colocá-la em um pote ou concha. Encontrei uma vez um pequeno tronco bem esgalhado, muito decorativo. Eu adicionei um monte de Tillandsias nos ramos o resultado ficou estupendo. Quando as plantas floresceram ficou maravilhoso. CUIDADO – Está aparecendo atualmente no mercado uns pedaços de troncos secos com muitos buracos e formas bastante interessantes. Estes ditos troncos são Cholla, provenientes de Cactos secos. Alerto para ao se aplicar Tillandsias neles deve-se fazê-lo com muito cuidado, pois ao se regar essa madeira ela irá absorver uma grande quantidade de água, ficando úmidas por muito tempo, o que fatalmente fará as plantas aplicadas apodrecerem. Se você optar por utilizar essa madeira para montagem de arranjos, certifique-se de tê-lo situado em um lugar que receba um fluxo de ar constante, o permitira que a madeira seque. A mesma regra se aplica ao se usar conchas do mar e musgo para se cobrir as raízes. O musgo absorve vinte vezes o seu peso / volume em água. Paisagismo e Decoração – As Tillandsias podem ser usadas com grande efeito na decoração e / ou paisagismo. Elas são tão variadas na morfologia e tão versáteis quanto aos cuidados de condições que, virtualmente, as reais limitações envolvidas são a imaginação. As Tillandsias podem ser anexadas a galhos de árvores como crescem na natureza. Elas podem ser suspensas no ar por com linhas de pesca ou fios. Podem ser montadas em tocos de árvores, pedras, potes, vidros, panelas ou qualquer outra coisa que se tem torno de composição cênica. Certamente elas podem ser agrupadas como crescem e se reproduzem normalmente em forma de bolas ou touceiras numa coleção, e é a forma como a maioria das pessoas as desejam. Mas elas também podem ser usadas para criar o efeito de profundidade em uma situação de jardinagem em geral. Quando devidamente aplicadas, as Tillandsias podem ocupar áreas não disponíveis para outras plantas. Ao se fixar as plantas em uma árvore ou arbusto, certas facetas de cuidados dos exemplares devem ser mantidos em mente. Deve-se lembrar que a maioria das Tillandsias irão crescer muito mais rapidamente com maiores níveis de luz. Portanto, a maioria das espécies não devem ser anexadas no fundo de um dossel de árvores, onde será oferecida pouca luz, e que elas devem ser regadas com freqüência. As plantas podem ser montadas em galhos de árvores em todas as direções e ângulos, até de cabeça para baixo. Na natureza nunca se vê o ramo de uma árvore com todas Tillandsias alinhadas. Experimentações e a imaginação criativa são as chaves do sucesso. Como já disse anteriormente, algumas espécies podem ser cultivadas de cabeça para baixo. A maioria irá prosperar se montada horizontalmente. As variedades que possuem “tanques” devem ser postas verticalmente, assim os “tanques” poderão cumprir com seus fins de captação de água. O agrupamento de três ou quatro plantas da mesma espécie, em conjunto, facilitará ao Colecionador a economizar um ou dois anos de tempo de cultivo que normalmente é levado para se desenvolver uma moita. Isso geralmente é um bom caminho a se percorrer com exemplares menores e / ou espécies de crescimento lento. Espécies com as Tillandsias Incarnata, Sphaerocephala, Bergeri, Tectorum e muitas outras que são saxícolas – que crescem sobre rochas e penhascos. Esta forma natural de crescimento das plantas pode ser utilizada com grande sucesso em seu jardim e / ou decoração, e praticamente em todas em que há designação xerófitas podem ser cultivadas dessa forma. No pátio, uma parede é muitas vezes o lugar lógico para começar a decoração com as plantas. Se o pátio é bem iluminado, proporcionará o ambiente perfeito. Um ou dois exemplares colocados estrategicamente como normalmente é definido o padrão de como e onde as futuras plantas serão posicionadas. O pátio aberto, arejado e bem claro, normalmente é o ambiente ideal. Se há existência de postes de madeira, as Tillandsias podem ser aplicadas no mesmo e depois de alguns anos formarão um aglomerado muito atraente. Enfim, como já disse antes, a sua criatividade e imaginação são o limite. Boa Sorte!
As Tillandsias são indiscutivelmente, as plantas mais interessantes, exóticas e divertias que existem. Pense sobre isso. Que outras plantas você pode imaginar que pode crescer e florescer sem qualquer tipo de solo para as raízes – podendo assim ser cultivadas em espaços verticais ligados a qualquer coisa... ou nada, tem uma variedade tão grande de formas, cores, tamanhos... Algumas idéias muito bonitas para exibir suas Airplants, são panelas de ferro antigas, cestas de palha, vasos de barro, potes ou galhos de árvores caídos com interessantes formas torcidas, troncos, conchas e tudo mais que a sua imaginação aprovar... As possibilidades são infinitas... Apenas certifique-se de permitir que a planta receberá um pouco de ar para ajudar a secá-la antes de colocá-la em um pote ou concha. Encontrei uma vez um pequeno tronco bem esgalhado, muito decorativo. Eu adicionei um monte de Tillandsias nos ramos o resultado ficou estupendo. Quando as plantas floresceram ficou maravilhoso. CUIDADO – Está aparecendo atualmente no mercado uns pedaços de troncos secos com muitos buracos e formas bastante interessantes. Estes ditos troncos são Cholla, provenientes de Cactos secos. Alerto para ao se aplicar Tillandsias neles deve-se fazê-lo com muito cuidado, pois ao se regar essa madeira ela irá absorver uma grande quantidade de água, ficando úmidas por muito tempo, o que fatalmente fará as plantas aplicadas apodrecerem. Se você optar por utilizar essa madeira para montagem de arranjos, certifique-se de tê-lo situado em um lugar que receba um fluxo de ar constante, o permitira que a madeira seque. A mesma regra se aplica ao se usar conchas do mar e musgo para se cobrir as raízes. O musgo absorve vinte vezes o seu peso / volume em água. Paisagismo e Decoração – As Tillandsias podem ser usadas com grande efeito na decoração e / ou paisagismo. Elas são tão variadas na morfologia e tão versáteis quanto aos cuidados de condições que, virtualmente, as reais limitações envolvidas são a imaginação. As Tillandsias podem ser anexadas a galhos de árvores como crescem na natureza. Elas podem ser suspensas no ar por com linhas de pesca ou fios. Podem ser montadas em tocos de árvores, pedras, potes, vidros, panelas ou qualquer outra coisa que se tem torno de composição cênica. Certamente elas podem ser agrupadas como crescem e se reproduzem normalmente em forma de bolas ou touceiras numa coleção, e é a forma como a maioria das pessoas as desejam. Mas elas também podem ser usadas para criar o efeito de profundidade em uma situação de jardinagem em geral. Quando devidamente aplicadas, as Tillandsias podem ocupar áreas não disponíveis para outras plantas. Ao se fixar as plantas em uma árvore ou arbusto, certas facetas de cuidados dos exemplares devem ser mantidos em mente. Deve-se lembrar que a maioria das Tillandsias irão crescer muito mais rapidamente com maiores níveis de luz. Portanto, a maioria das espécies não devem ser anexadas no fundo de um dossel de árvores, onde será oferecida pouca luz, e que elas devem ser regadas com freqüência. As plantas podem ser montadas em galhos de árvores em todas as direções e ângulos, até de cabeça para baixo. Na natureza nunca se vê o ramo de uma árvore com todas Tillandsias alinhadas. Experimentações e a imaginação criativa são as chaves do sucesso. Como já disse anteriormente, algumas espécies podem ser cultivadas de cabeça para baixo. A maioria irá prosperar se montada horizontalmente. As variedades que possuem “tanques” devem ser postas verticalmente, assim os “tanques” poderão cumprir com seus fins de captação de água. O agrupamento de três ou quatro plantas da mesma espécie, em conjunto, facilitará ao Colecionador a economizar um ou dois anos de tempo de cultivo que normalmente é levado para se desenvolver uma moita. Isso geralmente é um bom caminho a se percorrer com exemplares menores e / ou espécies de crescimento lento. Espécies com as Tillandsias Incarnata, Sphaerocephala, Bergeri, Tectorum e muitas outras que são saxícolas – que crescem sobre rochas e penhascos. Esta forma natural de crescimento das plantas pode ser utilizada com grande sucesso em seu jardim e / ou decoração, e praticamente em todas em que há designação xerófitas podem ser cultivadas dessa forma. No pátio, uma parede é muitas vezes o lugar lógico para começar a decoração com as plantas. Se o pátio é bem iluminado, proporcionará o ambiente perfeito. Um ou dois exemplares colocados estrategicamente como normalmente é definido o padrão de como e onde as futuras plantas serão posicionadas. O pátio aberto, arejado e bem claro, normalmente é o ambiente ideal. Se há existência de postes de madeira, as Tillandsias podem ser aplicadas no mesmo e depois de alguns anos formarão um aglomerado muito atraente. Enfim, como já disse antes, a sua criatividade e imaginação são o limite. Boa Sorte!
POLINIZAÇÃO E REPRODUÇÃO DE TILLANDSIAS
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
As Tillandsias podem se reproduzir de duas maneiras: através dos chamados brotos de mudas de pequeno porte, e assexuadamente através de sementes, embora esta ultima seja uma tarefa árdua, como as sementes crescem de forma extremamente lenta (se leva até oito anos para se obter uma planta madura). Não se sabe muito e nem se tem domínio de uma técnica segura sobre a polinização e hibridação de Tillandsias, por esses motivos a melhor maneira de se obter bons resultados é a experiência. Bromélias em geral e a subfamília das Tillandsioideae têm as suas polinizações e hibridações naturais feitas pelos Beija-Flores, mas também pode ser feito artificialmente com um pincel fino. Nas Tillandsias cada flor contém os órgãos reprodutores de ambos os sexos, e, aparentemente, algumas Tillandsias se auto-polinizam se ajuda externa. Para a polinização artificial das flores pode-se utilizar a mesma inflorescência ou planta, mas não se deve fazer em todas as espécies, como no caso das Tillandsias Streptophyllas. A polinização pode ocorrer entre plantas da mesma espécie ou em espécies diferentes como experiência e a conseqüente criação de novos híbridos. Nas Tillandsias as flores permanecem abertas por um tempo muito curto, cerca de dois dias, e em outras apenas duas horas, assim se encontrar duas flores de plantas diferentes abertas ao mesmo tempo pode ser uma tarefa árdua e complicada. Nesse caso, você pode tentar recolher o pólen em um pedaço de papel de seda e guardar na geladeira por várias horas. A vantagem de se utilizar um pincel fino é que você poderá mergulhá-lo na flor mais facilmente sem estragá-la, e também tem que depositar o pólen nos pistilos das flores, o que é mais complicado com um artefato mais grosso. O pincel deverá ser inserido delicadamente e girado suavemente em uma flor para prender o pólen e deverá se repetir o procedimento da mesma forma em outra flor, para se depositar o pólen, fertilizando-a. Uma vez fertilizada, a planta desenvolverá uma cápsula, que depois de meses de maturação se abrirá liberando as sementes muito diminutas, finas como fiapos brancos ou cremes, perfeitos para serem levados pelo vento. Estas devem ser recolhidas cuidadosamente e logo deitadas sobre um pedaço de papel toalha úmido que estará em cima de uma tela fina esticada no fundo de um tabuleiro ou caixa, sobre a qual deverá estar onde receberão umidade, luz e calor. Para se obter o devido sucesso no empreendimento se faz necessário que se envolva o tabuleiro com um plástico transparente o que ajudará no efeito estufa. A umidade deverá ser mantida através de brumas de névoas diárias produzidas por um aspessor – deve-se ter o cuidado de se manter úmido e não encharcado o papel. A germinação se dará no decorrer de trinta a noventa dias, dependendo da espécie. Posteriormente, quando as novas mudas estiverem crescidas, é só ir passando-as para tabuleiros maiores até chegar ao ponto de serem transportadas para as camas teladas.
As Tillandsias podem se reproduzir de duas maneiras: através dos chamados brotos de mudas de pequeno porte, e assexuadamente através de sementes, embora esta ultima seja uma tarefa árdua, como as sementes crescem de forma extremamente lenta (se leva até oito anos para se obter uma planta madura). Não se sabe muito e nem se tem domínio de uma técnica segura sobre a polinização e hibridação de Tillandsias, por esses motivos a melhor maneira de se obter bons resultados é a experiência. Bromélias em geral e a subfamília das Tillandsioideae têm as suas polinizações e hibridações naturais feitas pelos Beija-Flores, mas também pode ser feito artificialmente com um pincel fino. Nas Tillandsias cada flor contém os órgãos reprodutores de ambos os sexos, e, aparentemente, algumas Tillandsias se auto-polinizam se ajuda externa. Para a polinização artificial das flores pode-se utilizar a mesma inflorescência ou planta, mas não se deve fazer em todas as espécies, como no caso das Tillandsias Streptophyllas. A polinização pode ocorrer entre plantas da mesma espécie ou em espécies diferentes como experiência e a conseqüente criação de novos híbridos. Nas Tillandsias as flores permanecem abertas por um tempo muito curto, cerca de dois dias, e em outras apenas duas horas, assim se encontrar duas flores de plantas diferentes abertas ao mesmo tempo pode ser uma tarefa árdua e complicada. Nesse caso, você pode tentar recolher o pólen em um pedaço de papel de seda e guardar na geladeira por várias horas. A vantagem de se utilizar um pincel fino é que você poderá mergulhá-lo na flor mais facilmente sem estragá-la, e também tem que depositar o pólen nos pistilos das flores, o que é mais complicado com um artefato mais grosso. O pincel deverá ser inserido delicadamente e girado suavemente em uma flor para prender o pólen e deverá se repetir o procedimento da mesma forma em outra flor, para se depositar o pólen, fertilizando-a. Uma vez fertilizada, a planta desenvolverá uma cápsula, que depois de meses de maturação se abrirá liberando as sementes muito diminutas, finas como fiapos brancos ou cremes, perfeitos para serem levados pelo vento. Estas devem ser recolhidas cuidadosamente e logo deitadas sobre um pedaço de papel toalha úmido que estará em cima de uma tela fina esticada no fundo de um tabuleiro ou caixa, sobre a qual deverá estar onde receberão umidade, luz e calor. Para se obter o devido sucesso no empreendimento se faz necessário que se envolva o tabuleiro com um plástico transparente o que ajudará no efeito estufa. A umidade deverá ser mantida através de brumas de névoas diárias produzidas por um aspessor – deve-se ter o cuidado de se manter úmido e não encharcado o papel. A germinação se dará no decorrer de trinta a noventa dias, dependendo da espécie. Posteriormente, quando as novas mudas estiverem crescidas, é só ir passando-as para tabuleiros maiores até chegar ao ponto de serem transportadas para as camas teladas.
TILLANDSIA BENTHAMIANA
Nome Científico: Benthamiana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Benthamiana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Benthamiana é endêmica do México. É uma planta que tem seu habitat nas montanhas do México Central onde é encontrada como epífita e saxícola em altitudes de dois mil a três mil e quinhentos metros acima do nível do mar. Suas folhas aveludadas estreitas prateadas têm em média de seis a oito centímetros de comprimento, formam uma planta extremamente graciosa. Sua haste floral tem de três a seis centímetros de comprimento e mantém sua coloração rosada por um período considerável de tempo. Esta planta tem mais de um século de cultivo, sendo listada em 1857. É um exemplar muito atraente e fácil de crescer. Bem adequado aos principiantes que estão desejosos de ter uma planta livre florescente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Benthamiana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Benthamiana é endêmica do México. É uma planta que tem seu habitat nas montanhas do México Central onde é encontrada como epífita e saxícola em altitudes de dois mil a três mil e quinhentos metros acima do nível do mar. Suas folhas aveludadas estreitas prateadas têm em média de seis a oito centímetros de comprimento, formam uma planta extremamente graciosa. Sua haste floral tem de três a seis centímetros de comprimento e mantém sua coloração rosada por um período considerável de tempo. Esta planta tem mais de um século de cultivo, sendo listada em 1857. É um exemplar muito atraente e fácil de crescer. Bem adequado aos principiantes que estão desejosos de ter uma planta livre florescente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA COSSONII
Nome Científico: Cossonii Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Cossonii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Cossonii foi descoberta no inverno de 1980, durante uma coleta de espécimes de Tillandsias no estado de Michoacan no México. Ela foi encontrada crescendo em uma floresta de pinheiros e carvalhos a cerca de dois mil e trezentos metros acima do nivel do mar. Trata-se de uma planta de grande porte, muito atrativa de valor ornamental, mas não se adapta a climas quentes e baixas altitudes.
Nome Popular: Tillandsia Cossonii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Cossonii foi descoberta no inverno de 1980, durante uma coleta de espécimes de Tillandsias no estado de Michoacan no México. Ela foi encontrada crescendo em uma floresta de pinheiros e carvalhos a cerca de dois mil e trezentos metros acima do nivel do mar. Trata-se de uma planta de grande porte, muito atrativa de valor ornamental, mas não se adapta a climas quentes e baixas altitudes.
TILLANDSIA CUCHNICHIM
Nome Científico: Cuchnichim Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Cuchnichim
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cuchnichim é endêmica do México. Trata-se de um hibrido natural, proveniente do cruzamento da Tillandsia Carlsoniae com a Tillandsia Eizii. Possui Brácteas florais rubras. Estas foram as poucas informações encontradas em minhas pesquisas.
Nome Popular: Tillandsia Cuchnichim
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cuchnichim é endêmica do México. Trata-se de um hibrido natural, proveniente do cruzamento da Tillandsia Carlsoniae com a Tillandsia Eizii. Possui Brácteas florais rubras. Estas foram as poucas informações encontradas em minhas pesquisas.
TILLANDSIA CUCULLATA
Nome Científico: Cucullata Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Cuculata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Equador
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cucullata é uma Bromélia epifita endêmica do Equador, onde é conhecida a partir de quatro subpopulações de elevação alta na floresta tropical umida Andina, qie não ocorre na rede de áreas protegidas do Equador, mas podem estar presentes na Reserva Ecológica Antisana. A principal ameaça de extinção é a conversão das florestas em terras agrícolas e pastagens. Como já foi descrito acima, a planta cresce como epifita, mas as plantas jovens são dificeis de coletar, pois há outras espécies de Tillandsias grandes nas áreas, assim as plantas jovens de diferentes espécies não são faceis de distinguir uma das outras. Tillandsia Cucullata é realmente uma planta bonita e atraente, que pertence a este grupo de Tillandsias. Possui uma roseta grande com um metro de diâmetro. A bainha castanho escuro das folhas ovais são de até vinte cinco centimetros de comprimento e possuem entre dez e quinze centimetros de largura; as lâminas têm de cinquenta a sessenta centimetro de comprimento. As brácteas são escalpo laminado curto, mais longo o entrenó e carmim vermelho. A inflorescência ereta, bipinada com um e vinte a um e oitenta metros de comprimento e até trinta centimetros de diâmetro, com inumeros, picos de espalhamento, principalmente na horizontal. Apresenta de dez a doze flores por ramo, curto e grosso vermelho carmim. Glabas verde para vermelho carmim. Pétalas com até dois centimetros e meio de comprimento na cor roxo violeta. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Cuculata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Equador
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cucullata é uma Bromélia epifita endêmica do Equador, onde é conhecida a partir de quatro subpopulações de elevação alta na floresta tropical umida Andina, qie não ocorre na rede de áreas protegidas do Equador, mas podem estar presentes na Reserva Ecológica Antisana. A principal ameaça de extinção é a conversão das florestas em terras agrícolas e pastagens. Como já foi descrito acima, a planta cresce como epifita, mas as plantas jovens são dificeis de coletar, pois há outras espécies de Tillandsias grandes nas áreas, assim as plantas jovens de diferentes espécies não são faceis de distinguir uma das outras. Tillandsia Cucullata é realmente uma planta bonita e atraente, que pertence a este grupo de Tillandsias. Possui uma roseta grande com um metro de diâmetro. A bainha castanho escuro das folhas ovais são de até vinte cinco centimetros de comprimento e possuem entre dez e quinze centimetros de largura; as lâminas têm de cinquenta a sessenta centimetro de comprimento. As brácteas são escalpo laminado curto, mais longo o entrenó e carmim vermelho. A inflorescência ereta, bipinada com um e vinte a um e oitenta metros de comprimento e até trinta centimetros de diâmetro, com inumeros, picos de espalhamento, principalmente na horizontal. Apresenta de dez a doze flores por ramo, curto e grosso vermelho carmim. Glabas verde para vermelho carmim. Pétalas com até dois centimetros e meio de comprimento na cor roxo violeta. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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