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segunda-feira, 25 de abril de 2011

URINA DE VACA - FONTE DE NUTRIENTES E SUBSTÂNCIAS BENÉFICAS ÀS PLANTAS

A Agricultura Orgânica pode ser definida de diversas maneiras devido à multiplicidade das características envolvidas. Uma boa definição é esta que diz que é "um método de agricultura que visa o estabelecimento de sistemas agrícolas ecologicamente equilibrados e estáveis, economicamente produtivos em grande, média e pequena escalas, de elevada eficiência quanto à utilização dos recursos naturais de produção e socialmente bem estruturados, que resultem em alimentos saudáveis, de elevado valor nutritivo e livres de resíduos tóxicos, e em outros produtos agrícolas de qualidade superior, produzidos em total harmonia com a natureza e com as reais necessidades da humanidade". Dentro da dimensão ecológica da Agroecologia, podemos identificar várias ações no sentido de ecologização dos sistemas produtivos, sendo que essas ações são possíveis de serem realizadas pelos agricultores. Além de conservar e melhorar a fertilidade dos solos, de preservar e ampliar a biodiversidade natural e doméstica, de proteger as fontes e cursos d'água, eliminar o uso de substâncias tóxicas, como os agrotóxicos e adubos sintéticos ou de efeito desconhecido, como os organismos geneticamente modificados, os agricultores deveriam, ainda, se preocupar com a reciclagem e/ou reutilização de materiais, energia e nutrientes. Dentre as possibilidades, em nível de propriedades, de reciclar nutrientes, está a utilização de urina de vaca. A urina, além de fornecer nutrientes e substâncias benéficas às plantas, não custa dinheiro, não é marca registrada de empresa, não causa risco à saúde do produtor e é tão, ou mais, fácil de aplicar que muito agrotóxico. A urina de vaca é um insumo que livra os agricultores da dependência. Na urina de vaca, encontramos vários nutrientes como o nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, manganês, boro, cobre, zinco, sódio, cloro, cobalto, molibdênio, alumínio (abaixo de 0,1 ppm), os fenóis, que são substâncias que aumentam a resistência das plantas. Também encontramos o ácido a indolacético, que é um hormônio natural de crescimento de plantas. Portanto, o uso da urina de vaca sobre os cultivos tem efeito fertilizante, fortificante (estimulante de crescimento) e também o efeito repelente devido ao cheiro forte. Como Preparar – A urina deve ser recolhida em um balde e logo após ser envasada em recipiente fechado por no mínimo três dias antes de usar. Em recipientes fechados a urina poderá ser guardada por até um ano. Como Utilizar – Diluir a um por cento (um litro de urina em cem litros de água), fazer pulverizações semanais em hortaliças e em frutíferas a cada quinze dias. Para utilizar no solo, junto ao pé da planta, diluir a cinco por cento (cinco litros de urina em cem litros de água). A integração da agricultura com a criação animal na propriedade é de extrema importância, pois além da urina, o esterco pode ser transformado em composto, muito importante para a agricultura orgânica.

TILLANDSIA TRICOLOR V. MELANOCRATER

 Nome Científico: Tricolor Tillandsia V. Melanocrater
 Nome Popular: Tillandsia Tricolor Var. Melanocrater
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: América Central
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Tricolor é nativa da América Central, e pode ser encontrada do México a Costa Rica. Habita regiões que encontram-se entre quinhentos a dois mil e trezentos metros acima do nivel do mar. A variedade Melanocrática, difere da especie tipica pelas bases das folhas que são quase pretas em vez de marrom e sua distribuição altitudinal, mais próxima do nível do mar. Elas possuem tamanho médio de vinte e cinco centimetros. Possui folhas numerosas, coriáceas, com rosetas apertadas e bainhas largas, quase negras. A lâmina é verde claro. Pode-se distinguir entre a lâmina e a bainha de uma variedade de outra a cor bonita pontilhada de verde a marrom e a preta. A rigidez das folhas as tornam quase quentes, que é uma boa maneira de reconhecer a Tillandsia Tricolor. O nome vem do tricolor que pode apresentar três cores de folhas verdes no limbo, marrom ou preta na bainha e vermelha na ponta, no momento da floração. As folhas apresentam escalas peltadas muito pequenas, presentes principalmente nas faces inferiores das folhas. A inflorescência se apresenta através de uma haste grande com vinte e cinco centímetros em média, com a coloração vermelha ao longo do eixo principal. As brácteas são amarelas. Suas flores, são sésseis, com vários centímetros de comprimento na cor roxa ou lilás. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA POLYSTACHIA

 Nome Científico: Polystachia Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Polystachia
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: México, Antilhas, Bolívia e Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Polystachia é encontrada no México, Antilhas, Bolívia e Brasil. Trata-se de uma espécime forte e de grande porte que se transforma em uma cor carmim magnífica quando da sua floração. Esta espécie tem sido registrada principalmente nas matas serranas da Paraíba. É uma planta de grande efeito ornamental. A inflorescência leva flores roxas. Esta bromélia tem folhas lineares e arqueadas que formam uma roseta densa. Suas hastes florais são verdes só na base e vermelho por todo o caminho até às suas pontas. O surpreendente, inflorescência densa, cilíndrico, flores roxas em um pendão de até trinta centímetros, este em forma de uma pá composta de varias brácteas sobrepostas suavemente. Estas são brácteas elípticas e agudas, mais curtas do que a espícula. Elas são brancas com roxo e as flores são de um roxo intenso, com cerca de três centímetros de comprimento. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA POHLIANA

 Nome Científico: Pohliana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Pohliana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: América do Sul
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Pohlyana é uma espécie da subfamília das Tillandsioideaes. É endêmica da America do Sul (Peru, Bolívia, Brasil, Paraguai e Argentina), onde cresce sobre rochas, bem como em árvores e madeiras secas. Está ameaçada de extinção pela perda de seu habitat, pela conversão das florestas em terras agrícolas, A destruição do habitat é a única ameaça para as espécies conhecidas. A Pohlyana se encontra na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN / 2010. Estamos tratando aqui de uma elegante espécie com folhas longas e as vezes de voltas dobradas. Sua inflorescências grandes produzem flores brancas. No Brasil ela é muito abundante em Minas Gerais, especialmente no município de Campina Verde no Triângulo Mineiro, sendo também encontrada em São Paulo. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA NARTHECIOIDES

 Nome Científico: Narthecioides Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Narthecioides
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Colômbia e Equador
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Narthecioides é endêmica na Colômbia e no Equador. Possui folhas finas e verdes semelhantes a gramínea, forma touceiras de dez centímetros de diâmetro é muito delicada e decorativa. Suas flores são de cor branca e muito perfumadas. Está é uma variedade muito graciosa e é uma excelente escolha para uso em terrário biotério. São facilmente cultivadas como epífitas ou podem ser cultivadas em vasos, nos quais se torna maior e mais robusta. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA KEGELIANA

 Nome Científico: Kegeliana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Kegeliana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil e Venezuela
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga


A Tillandsia Kegeriana é uma espécie nativa da Venezuela e do Brasil. No Brasil é encontrada nas poucas manchas de Mata Atlântica remanescente do nordeste do país e na mata semicaducifólia. Trata-se de um exemplar epífito de caule inconspícuo, de raízes rígidas. A planta cresce entre dez a quatorze centímetros de altura. Possui folhas polísticas, cinéreas, sendo que as internas são arroxeadas. Suas inflorescências se apresentam em forma de espiga simples, achatadas, excedendo as folhas, brácteas florais ovais a oval elípticas, com ápice apiculado na cor vermelho-alaranjadas, as inferiores fortemente carenatas, envolvendo as sépalas. Suas sépalas são sub conatas, elípticas, ecarenadas, glabas, com ápice apiculado. Suas pétalas são na cor violeta, seus estames amarelos. No estado da Paraíba é considerado um espécime raro. Esse belíssimo exemplar pode ser considerado um dos Deuses maior das obras de arte. É uma das plantas mais exóticas encontradas no nordeste brasileiro. Uma de suas características mais marcantes são suas espigas vermelho-alaranjadas, constatando com o roxo de suas flores e estames amarelos. A intensidade e a riqueza de suas cores é algo para se contemplar. Essas inflorescências duram em média três semanas. Felizardos são os poucos colecionadores que as detêm em seus planteis. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA JALISCO MONTICULA

 Nome Científico: Jalisco Monticula Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Jalisco Monticula
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem:
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Jalisco Monticula é uma variedade de planta muito popular. Suas folhas verdes oliva revestidas de prata, são fortes e resistentes à procura, com justas características de crescimento. Estas folhas estreitas com um rico colorido cinza prata, impressiona todos os anos. A longa e marcante haste floral possui múltiplo colorido com várias brácteas com sombreamento de verde na parte superior, seguida de amarelo e vermelho na parte inferior. Sua espiga achatada em forma de único ponto com flores roxas é exibida acima da rica folhagem prateada e dura por vários meses. Ela cresce até sessenta centímetros de altura. Classificação – Por possuir uma aparência bastante incomum e exótica, ela está entre os deuses maiores das obras de arte da natureza e é considerado um privilegio tê-la em sua coleção. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Cultivo – Protegê-la do sol direto no verão, especialmente durante as horas quentes. No inverno, coloque-a em um lugar luminoso. Pode ser cultivada em uma ampla faixa de temperatura entre 10 a 35º C. Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.Reprodução – A reprodução pode ser por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Um único exemplar pode ter até uma dúzia de filhotes formando como já foi descrito anteriormente lindíssimas colônias. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br