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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

TILLANDSIA LAJENSIS

 Nome Científico: Lajensis Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Lajensis
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Colômbia e Equador
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Lajensis tem seu habitat nativo na Colômbia e Equador. Tem sido relatado o seu crescimento em uma cratera vulcânica perto de Quito, no Equador, a cerca de três mil metros acima do nivel do mar. Trata-se de uma variedade de Tillandsia tanque, com folhas sempre-vivas e uma textura brilhante. É uma Tillandsia grande que pode chegar a um metro e meio de altura quando em floração e noventa centimetros de diâmetro. Suas flores variam entre o rosa, malva e o amarelo pálido. A floração é continua durante um periodo de nove meses.

TILLANDSIA KURT-HORSTII

 Nome Científico: Kurt-Horstii Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Kurt-Horstii
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Kurt-Horstii tem seu habitat nativo no Brasil. Ela possui folhas macias, suas flores são relativamente grandes. Tem um crescimento em forma de bolas de folhas em entrelaçamento. Trata-se de uma planta muito difusa que é semelhante a Tillandsia Duratii e a Arhiza. Ela é menor que as anteriores citadas, normalmente alcança dez centimetros de altura. Suas flores a exemplo das outras, são docemente perfumadas. Trata-se de uma espécime rara do Brasil que produz muitos deslocamentos e aglomerações rapidamente. Disse vir da região de Grão Mogol. Seu registro atual é Tillandsia Graomogolensis.

TILLANDSIA KUEHHASII

 Nome Científico: Kuehhasii Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Kuehhasii
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Bolívia
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Kuehhasii é natural da Bolívia. Trata-se de um exemplar rupícola de pequeno porte, muito branca que cresce nas colinas do Departamento de Chuquisaca e Potosi na Bolívia, a uma altura de três mil e seiscentos metros acima do nível do mar. A planta quando em flor apresenta pétalas amarelas. A descrição no entanto dá a cor marrom para as pétalas. Ao se observar atentamente as imagens, poderá se constatar que as pétalas são amarelas com algumas manchas acastanhadas. As flores exalam uma agradável odor, algo entre o cheiro do Jacinto e o sabonete comum.

TILLANDSIA KRUSEANA

 Nome Científico: Krukoffiana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Krukoffiana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Peru
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Kruseana foi descoberta no México a cerca de quinze anos atrás. Acredita-se ser um hibrido natural de parentesco desconhecido. Ela cresce até trinta centímetros de altura. Ela é muitas vezes confundida com a Tillandsia Xerográphica devido à classificação errada em livros e nos viveiros, devido as semelhanças na textura das folhas e visual. A inflorescência da Kruseana é mais curta, como toda planta ela cora de rosa quando em flor. Suas folhas também não se enrolam para baixo e a aparência é de uma cabeça de abacaxi. Há um grande interesse na renomeação desta planta. Harry Luther do Centro de Identificação de Bromélias, diz que se trata de um hibrido tendo a Tillandsia Concolor como um dos pais. Muitos já discutiram o fato e estão dispostos a propor que o novo nome seja Tillandsia Coroa de Bronze ou Bronze Crow Tillandsia.

TILLANDSIA KRUKOFFIANA VAR. PIEPENBRINGII

 Nome Científico: Krukoffiana Piepenbringii Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Krukoffiana Piepenbringii
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Peru
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Krukoffiana Var. Piepenbringii tem seu habitat natural entre Carhuaquero e Llama no departamento de Cajamarca no Peru, onde cresce como saxícola, e é a mais nova descoberta feita no país, e é surpreendente que tais Tillandsias de grande porte tenham sido negligenciadas até agora. A razão pode ser que só alguns poucos botânicos , nem mesmo o famoso botânico A. Weberbauer, visitou a região do Peru. Como resultado, estão sendo encontradas muitas Bromélias interessantes. É importante resaltar que a Tillandsia Krukoffiana Krukoffiana não está listada como nativa do Peru e sim na Bolívia. Já a Variedade Piepenbringii, cresce na região seca e semideserta da encosta ocidental dos Andes. A distância que separa o Tipo e a Variedade é de mais de dois mil quilômetros de distância. Novas pesquisas com mais material genético podem ser necessárias para determinar se esta variedade pode ser elevada ao status de espécie. Ela possui folhas de até um metro de comprimento, acima das bainhas com vinte centimetros de largura. Escalpo ereto de até tres centimetros de espessura, setenta centimetros de comprimento. Ramos basais de até cinquenta e cinco centimetros de comprimento, com uma base estéril. Brácteas florais com uma ponta aguda de bico. Ráquis das espigas visíveis. Sépalas lanceoladas, com até vinte sete milimetros de comprimento. Pétalas azuis com branco na base. Tal como acontece com muitas outras Tillandsias Saxícolas como as Tillandsias Rauhii, Tillandsia Teres, Tillandsia Clavigera e outras, a variedade Piepenbringii, também é uma planta monocarpica: após a floração morre sem produzir desdobramentos e / ou brotos laterais, embora estes apareçam em estado juvenil antes da floração. As flores permanecem abertas por vários dias.

TILLANDSIA KRUKOFFIANA

 Nome Científico: Krukoffiana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Krukoffiana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Bolívia
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Krukoffiana Var. Krukoffiana tem seu habitat na Bolívia mais precisamente nas encostas orientais quentes dos Andes e nas úmidas Yungas do sul onde vive como terrícola em espaços abertos a uma altitude entre novecentos e mil e oitocentos metros acima do nível do mar. Possui folhas numerosas de até noventa centimetros de comprimento, com seis a dez centimetros de largura, formando uma roseta grande de oitenta centimetros de altura e um metro e meio de diâmetro. Bainhas de até quinze centimetros de comprimento e vinte centimetros de largura. Lâminas de até um metro de comprimento e vinte centimetros de largura acima das bainhas, lepidotes em baixo, quase glabos em ambos os lados, reflexos na antese. Escapos muito grossos com até tres centimetros de espessura. Inflorescência de até dois metros de altura, de formato amplamente piramidal, com um metro e vinte centimetros de largura na base. Brácteas estéreis na base. Brácteas florais imbricantes, agudas, mas não possuem bicos. Petalas azuis, ligeiramente superiores aos estames.

sábado, 10 de setembro de 2011

TILLANDSIAS PARA O NATAL

Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Para muitos Colecionadores de Bromélias, o nome Tillandsia traz à mente, a imagem de plantas com folhas finas cinzentas cobertas de escamas peltadas como a Tillandsia Ionantha, Recurvata, Fasciculata ou a Streptophylla. Algumas das mais belas do gênero, no entanto, são aquelas cujas folhas são lisas ou glabas e que poderiam parecer à primeira vista, ser uma Vriesea. Até recentemente, não muitas destas Tillandsias foram vistas em coleções particulares nos Estados Unidos e Austrália (países de maior expressão de consumo dessas plantas, seguidos da Europa e Ásia), a razão é que, enquanto suas irmãs de folhas cinza resistem a fumigação, estes tipos com folhas macias, não. Apesar desta desvantagem, durante os últimos anos, ávidos colecionadores de Bromélias, conseguiram trazer de volta vivas, um grande número de dessas Tillandsias de seus habitats nativos no México e América do Sul. Entre as mais consumidas e procuradas no sul da Califórnia são as Tillandsias Imperialis, Multicaulis, Depeana Var. Depeana, Lucida, Prodigiosa e Leiboldiana. Todas estas Tillandsias são plantas deslumbrantes, definitivamente dignas de um lugar cativo em qualquer coleção. Uma das mais populares dessas Tillandsias com ambos americanos e mexicanos é a Tillandsia Imperialis. Esta epífita pode ser encontrada crescendo no alto das árvores em altitudes que variam entre mil e trezentos e dois mil e setecentos metros acima do nível do mar nos estados de Oaxaca, Puebla e Vera Cruz no México. Embora seja uma das favoritas pelos nativos para comporem a decoração de Natal no tempo devido, sem duvida, ao fato de que sua inflorescência se assemelha a uma vela rodeada de folhas verdes pálidas salpicadas de vermelho que podem ser encontradas no Mercado de Flores da Capital durante os meses de verão e outono, indicando que sua floração é longa e variável. A Tillandsia Imperialis é uma planta de tamanho médio, quando em flor atinge uma altura entre trinta e trinta e cinco centímetros de altura. A planta forma uma roseta densa de folhas verde pálidas, e sua única forma inflorescência em cone vermelha permanece brilhante por vários meses. Suas flores são roxas, o que dá sem sombra de duvidas um belo contrate. Avançar na popularidade é com a Tillandsia Multicaulis, que também é comumente vista nos currais em flor da zona central e sul do México. Esta planta pode ser facilmente confundida com uma Vriesea e foi chamada assim por diversas autoridades no passado. Sua característica marcante é que ela fica só com uma inflorescência, mas com qualquer número até seis ou sete que surgem entre as folhas, ao invés do centro da roseta. A inflorescência achatada se assemelha a um peixe dourado que lhe foi atribuída o nome de “Gold Fish Tillandsia – Tillandsia Peixe Dourado”. A planta não é grande, raramente atinge uma média maior que trinta centímetros de altura. Outra Tillandsia que é muito utilizada na decoração do Natal é a Tillandsia Prodigiosa. Esta Tillandsia é assim apropriadamente chamada, pois trata-se de uma planta grande, de uns dois metros de altura com uma inflorescência pendente que as vezes mede seis metros de comprimento. A inflorescência é variável quanto à coloração, mas aquelas que foram envidas para Los Angeles eram amarelas. Esta planta foi encontrada em Chiapas, o estado mais meridional do México e cresce em pinheiros em pleno sol. A inflorescência da planta lembra muito os colares floridos feito pelos havaianos, e na verdade, a planta é muito apreciada pelos mexicanos para seu uso ornamental, pois é ideal para a confecção de guirlandas. Tillandsia Depeana Var. Depeana, também é uma espécie de grande crescimento. Esta é verdadeiramente uma planta apropriada para época natalícia, por sua forma geral quando em flor se assemelha ao de uma árvore de natal. Sua haste bem como a bráctea floral destacam-se pelo vermelho brilhante. A Tillandsia Lúcida é uma outra planta grande, que chega a atingir aproximadamente três metros de altura. A partir de uma roseta densa com vinte a trinta folhas verdes pálidas, sobe uma inflorescência iridescente de altura cor de rosa que se ramifica em um candelabro imponente que pode conter até quinze braços estendidos. O que torna esta Tillandsia excelente, mesmo quando ela não consegue atingir o seu pleno esplendor. É a excelente qualidade luminosa da bráctea, que é muito maior quando as pequenas flores azuis pálidas violeta estão abertas. Esta Tillandsia pode ser encontrada em seu estado nativo crescendo em Vera Cruz em altitudes de até oito mil metros acima do nível do mar. Para aqueles que sentem que essas Tillandsias são um pouco grandes demais e talvez um pouco extravagantes para seus gostos, a Tillandsia Leiboldiana, será sem dúvida a sua melhor escolha. Ela quando em pico pode atingir uma altitude um metro e meio a dois metros, mas é uma planta compacta e requer pouco espaço. É uma sinfonia de laranja e violeta, quando em floração, e dura por muitos meses. Embora a Tillandsia Imperialis e a Tillandsia Deppeana tenham geralmente dois ou três ramos, esta bromélia vai ter de oito a dez. Como esta Tillandsia tem folhas finas como papel, ficará melhor a sombra, como é encontra nas áreas montanhosas de Vera Cruz. Como você pode perceber a partir das descrições dessas poucas Tillandsias, elas são plantas excitantes para se cultivar. Para se obter sucesso na empreitada, no entanto, o colecionador deve ter em mente que elas devem ser tratadas como se fossem Vrieseas, mantendo-as na sombra ou com luz difusa e dando-lhes bastante umidade. Essas Tillandsias não vão tolerar condições secas, assim como a maioria do gênero, mas elas necessitam de umidade constante. Embora que levá-las a amadurecer e florescer o tempo variará, mas é certo e confiável. A Tillandsia Leiboldiana cultivada sob condições adequadas, irá florescer dentro de um ano a partir de seu deslocamento da planta mãe. Outra forma de se fazer belos arranjos de Natal, é a confecção de guirlandas, que demandam um pouco de paciência e delicadeza no manuseio das Tillandsias a serem aplicadas, que podem ser Ionanthas, Pohlianas, Strictas ou qualquer outra de pequeno porte. Estas com certeza farão uma diferença marcante em sua decoração de Natal. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail:
romulocbraga@uol.com.br