Nome Científico: Insignis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Insignis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Panamá e Costa Rica
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Insignis, como a maioria dos especialistas em Tillandsias sabe é uma especie que muito rara em cultivo porque vem das florestas escuras do Panamá e das proximidades da Costa Rica. Ela é conhecida desde 1889 e também tem denominações como Guzmania Pepinia, Thecophullum e Tillandsia. Devido aos estudos moleculares, agora parece seguro como um exemplar de Tillandsia. Com tudo isso acontecendo, parece estranho em 1974 terem mudado o seu nome para Tillandsia Beutelspacheri.
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sábado, 10 de setembro de 2011
TILLANDSIA IMPERIALIS
Nome Científico: Imperialis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Imperialis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Endêmica do México, esta epífita pode ser encontrada crescendo no alto das árvores em altitudes que variam entre mil e trezentos e dois mil e setecentos metros acima do nível do mar, nos estados de Oaxaca, Puebla e Vera Cruz. Embora seja um dos exemplares favoritos dos nativos para a decoração de Natal em tempo devido, sem dúvida, ao fato de que se sua inflorescência se assemelha a uma vela, e pode ser encontrada no mercado de flores da capital durante os meses de verão e outono, o que indica que sua floração é longa e variável. A Tillandsia Imperialis é uma planta de tamanho médio, quando em floração atinge uma altura entre trinta e trinta e cinco centimetros. A planta forma uma roseta densa de folhas verdes palidas, e sua única inflorescência em forma de cone vermelho permanece brilhante por muitos meses. Suas flores são roxas. Como esta espécie cresce no altiplano do México central e tem folhas finas e parcialmente marrons, ela tende a ficar queimada sob a luz direta do sol.
Nome Popular: Tillandsia Imperialis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Endêmica do México, esta epífita pode ser encontrada crescendo no alto das árvores em altitudes que variam entre mil e trezentos e dois mil e setecentos metros acima do nível do mar, nos estados de Oaxaca, Puebla e Vera Cruz. Embora seja um dos exemplares favoritos dos nativos para a decoração de Natal em tempo devido, sem dúvida, ao fato de que se sua inflorescência se assemelha a uma vela, e pode ser encontrada no mercado de flores da capital durante os meses de verão e outono, o que indica que sua floração é longa e variável. A Tillandsia Imperialis é uma planta de tamanho médio, quando em floração atinge uma altura entre trinta e trinta e cinco centimetros. A planta forma uma roseta densa de folhas verdes palidas, e sua única inflorescência em forma de cone vermelho permanece brilhante por muitos meses. Suas flores são roxas. Como esta espécie cresce no altiplano do México central e tem folhas finas e parcialmente marrons, ela tende a ficar queimada sob a luz direta do sol.
TILLANDSIA HUMILIS
Nome Científico: Humilis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Humilis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia e Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Pequena planta dos Andes peruanos e bolivianos, cresce como saxícola nos hábitos de seca no altiplano, entre dois mil e tres mil e trezentos metros de altura acima do nivel do mar. Suas folhas são moles e pouco triangulares com grossas escamas cinzentas. As folhas são amareladas com manchas marrons. Sua bráctea floral é amarelo esverdeada. As flores são amarelas pálidas e muito perfumadas. O nome “Humilis” significa “anão” e é uma referência ao tamanho da planta. Sem duvida, trata-se de uma planta muito interessante. Um pequeno alerta aos interessados: ela é um exemplar muito difícil de se manter, uma vez que é propensa ao apodrecimento devido ao fácil acumulo de água em suas folhas. Para se evitar tal fato, deve-se regá-la com blumas de água pulverizadas por um aspessor, virando-a de cabeça para baixo para escorrer o excesso e mantê-la á sombra. Fora isso, é uma planta muito adaptável que você pode manter bem em qualquer coleção.
Nome Popular: Tillandsia Humilis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia e Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Pequena planta dos Andes peruanos e bolivianos, cresce como saxícola nos hábitos de seca no altiplano, entre dois mil e tres mil e trezentos metros de altura acima do nivel do mar. Suas folhas são moles e pouco triangulares com grossas escamas cinzentas. As folhas são amareladas com manchas marrons. Sua bráctea floral é amarelo esverdeada. As flores são amarelas pálidas e muito perfumadas. O nome “Humilis” significa “anão” e é uma referência ao tamanho da planta. Sem duvida, trata-se de uma planta muito interessante. Um pequeno alerta aos interessados: ela é um exemplar muito difícil de se manter, uma vez que é propensa ao apodrecimento devido ao fácil acumulo de água em suas folhas. Para se evitar tal fato, deve-se regá-la com blumas de água pulverizadas por um aspessor, virando-a de cabeça para baixo para escorrer o excesso e mantê-la á sombra. Fora isso, é uma planta muito adaptável que você pode manter bem em qualquer coleção.
TILLANDSIA HILDAE
Nome Científico: Hildae Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Hildae
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Nativa do Peru, a Tillandsia Hildae é incrível! Muitas vezes confundida com a Vriesea, ela produz um flor magnifica. Suas folhas são rajadas ou listadas e muito se assemelha a uma Aechmea, e felizmente, não é armada com o conjunto de espinhos da qual as Aechmeas são portadoras. Possui uma haste floral longa e destacada, com brácteas ramificadas. Quando cultivada aos pares em vasos ficam muito decorativas. Sem sombra de dúvidas é um exemplar de grande destaque em qualquer coleção.
Nome Popular: Tillandsia Hildae
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Nativa do Peru, a Tillandsia Hildae é incrível! Muitas vezes confundida com a Vriesea, ela produz um flor magnifica. Suas folhas são rajadas ou listadas e muito se assemelha a uma Aechmea, e felizmente, não é armada com o conjunto de espinhos da qual as Aechmeas são portadoras. Possui uma haste floral longa e destacada, com brácteas ramificadas. Quando cultivada aos pares em vasos ficam muito decorativas. Sem sombra de dúvidas é um exemplar de grande destaque em qualquer coleção.
TILLANDSIA HELMUTII
Nome Científico: Helmutii Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Helmutii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Helmut vem da Bolívia, da Provincia de Oropeza, onde vive em penhascos ingremes no vale do Rio Chico, entre mil e setecentos e mil e oitocentos metros acima do nivel do mar. A planta cresce lentamente e floresce quando atinge cinquenta centimetros de altura. Sua taxa de propagação é muito baixa: um por um ou dois por um.
Nome Popular: Tillandsia Helmutii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Helmut vem da Bolívia, da Provincia de Oropeza, onde vive em penhascos ingremes no vale do Rio Chico, entre mil e setecentos e mil e oitocentos metros acima do nivel do mar. A planta cresce lentamente e floresce quando atinge cinquenta centimetros de altura. Sua taxa de propagação é muito baixa: um por um ou dois por um.
TILLANDSIA GUTTEANA
Nome Científico: Gutteana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Gutteana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Gutteana é endêmica do Peru. Seu habitat é em Cajamarca, Cumbo Mayo onde vive como saxílola a três mil e setecentos metros acima do nível do mar. Trata-se de uma planta acaule, com dez centimetros de altura, com uma base de muitas inovações. Folhas verde pálidas densas de igual comprimento com a inflorescência ou um pouco maior. Escalpo muito curto, escondido pelas folhas. As brácteas são inbricadas e densas. A inflorescência é simples, subdensa, na cor coral e flores pequenas na cor amarela avermelhada.
Nome Popular: Tillandsia Gutteana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Gutteana é endêmica do Peru. Seu habitat é em Cajamarca, Cumbo Mayo onde vive como saxílola a três mil e setecentos metros acima do nível do mar. Trata-se de uma planta acaule, com dez centimetros de altura, com uma base de muitas inovações. Folhas verde pálidas densas de igual comprimento com a inflorescência ou um pouco maior. Escalpo muito curto, escondido pelas folhas. As brácteas são inbricadas e densas. A inflorescência é simples, subdensa, na cor coral e flores pequenas na cor amarela avermelhada.
sábado, 3 de setembro de 2011
TESOUROS SECRETOS DOS DESERTOS
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Num mundo onde as selvas tropicais e subtropicais há um abarrotamento de plantas competindo entre si, agressivamente centímetro a centímetro por água, luz e nutrientes. Toda planta que podem sobreviver em locais onde nenhuma outra cresce, tem uma grande vantagem. Sobrevivendo em locais inóspitos, uma planta elimina o problema de vizinhos agressivos e competitivos. Destas plantas que criam um meio de sobrevivência, onde nenhuma outra consegue, as Tillandsias estão entre as mais avançadas. Na verdade, as Tillandsias são freqüentemente chamadas de “plantas do ar” por causa de sua capacidade de sobreviver sem solo, raízes ou água. Elas sobrevivem pelo apego às rochas, árvores e até mesmo – pasmem – entre os espinhos pontiagudos dos Cactos nos desertos, onde elas captam a água da chuva e / ou gotículas do orvalho e poeira para se abastecer de toda umidade e nutrientes que necessitam e que nunca conseguiriam receber por vias normais dentro das selvas. Botânicos classificam estas notáveis sobreviventes como Bromélias epífitas. Uma epífita é qualquer planta que não vive no solo, mas sobrevive pelo apego a uma outra planta. Epífitas no entanto, não devem ser confundidas com parasitas, porque enquanto um parasita obtém nutrientes de seu hospedeiro, uma epífita trata o mesmo como nada mais do que uma plataforma de pouso e ancoragem. Não prejudicam a planta hospedeira de nenhuma forma. Para efeito de apoio e / ou ancoragem, as Tillandsias produzem algumas raízes semelhantes a arames, que são capazes de se fixar em qualquer superfície. Embora sendo muito eficazes no apoio às plantas, estas raízes não desempenham nenhum papel na obtenção de umidade ou nutrientes. Quando os botânicos chamam essas plantas de Bromélias, o que eles estão simplesmente dizendo é que estes são os membros da família do Abacaxi. A semelhança familiar é bastante obvia quando você comparar uma Tillandsia com o grupo de folhas visto no topo dos frutos do abacaxi. A disposição das folhas é uma característica comum a toda família, e é realmente um traço muito útil. Pela forma crescente o corpo da planta torna-se algo mais ou menos comparável a um funil grande, onde todas gotículas de chuva e / ou orvalho caem dentro de uma área relativamente grande e são encaminhadas para a base da planta. Com essas estratégia, os membros desta família que vivem em solos secos e / ou no topo das árvores são capazes de captar a água de que necessitam e direcioná-la para si, antes mesmo que caiam no chão. O que faz as Tillandsias mais originais, porém, é a sua capacidade de sobreviver sem um sistema radicular funcional. Toda umidade e nutrientes de que a planta necessita são absorvidos diretamente através das folhas, por meio das escamas prateadas minúsculas que cobrem a planta. As paredes finas dessas escamas peltadas permitem que a água entre nas folhas, mas impedem a sua fuga. A cor prateada das escamas também ajudam a planta a suportar a alta luminosidade, refletindo o excesso da luz solar que atinge a planta. As escamas peltadas são essenciais para sobrevivência da planta, é fundamental que elas não sejam arranhadas por fora. As escamas são muito delicadas, por esse motivo é quase impossível lidar com essas plantas sem deformação de algumas escamas. Por esta razão, as plantas devem ser manuseadas o menos possível. Como você poderia esperar, uma planta que é capaz de agarrar-se em troncos de árvores, entre espinhos de cactos, pedras e areias dos desertos, e suprir suas necessidades de água e nutrientes é muito fácil de cuidar. Se elas são colocadas onde vão receber bastante claridade sem incidência direta do sol e temperatura ambiente amenas, as Tillandsias demandam muito pouco mais. Suas necessidades de água podem ser fornecidas por qualquer nebulização freqüente, ou para aqueles que não conseguem lembra-se, de uma névoa em dias alternados, toda a planta pode ser simplesmente imersa em água à temperatura ambiente por cerca de dez minutos e em seguida posta a escorrer de cabeça para baixo por alguns segundos. Esta operação deve ser feita pela manhã e ela permitirá à planta absorver toda umidade que necessitar para a próxima semana ou dias. Onde as plantas são aspergidas, é importante para o abastecimento de água suficiente para satisfazer as necessidades da planta antes da fina película de umidade tenha se evaporado. Um outro bom lugar estratégico para ajudar a minimizar a necessidade de água suplementar, é colocar suas Tillandsias junto a uma janela na cozinha ou banheiro, onde a umidade incidental de lavar pratos ou chuveiro irá abastecê-las de água. Quando bem posicionada em um banheiro, além de decorar o ambiente, estas plantas praticamente não necessitarão de nenhum cuidado. Uma vez que as Tillandsias na natureza retiram seus nutrientes minerais da poeira dissolvida na água da chuva e no orvalho, sua necessidade de nutrientes é mínima. Para se fornecer os nutrientes minerais exigidos por estas plantas, uma pequena dosagem de fertilizante para Orquídeas (1/4 da dosagem recomendada pelo fabricante, para se evitar a queima das folhas) pode ser adicionada à um litro de água e aplicado sobre as plantas a cada dois meses. Quando uma Tillandsias adulta é bem cuidada, essas plantas notáveis irão recompensar seus donos com uma belíssima floração. A inflorescência é apresentada em uma palheta de cores variadas vistosas que podem ser azuis, roxas, vermelhas, amarelas, laranjas, brancas, algumas com um suave e delicioso perfume cativante. Infelizmente, enquanto a floração é um sinal de boa saúde e maturidade, ela também indica que a planta estará se preparando para desviar a sua energia para produção de várias compensações e em seguida morrer. Após a floração, várias compensações ou deslocamentos serão produzidos na base da planta-mãe e esta começará a declinar lentamente. Quando estiverem com cerca de dois terços do tamanho da planta-mãe, estes deslocamentos ou compensações podem ser destacados e serem cultivados em outros locais, onde sobreviverão por conta própria. Caso se queira deixar as compensações ligadas à planta-mãe, estas formarão lindas touceiras, que darão continuidade à perpetuação da espécie.
Num mundo onde as selvas tropicais e subtropicais há um abarrotamento de plantas competindo entre si, agressivamente centímetro a centímetro por água, luz e nutrientes. Toda planta que podem sobreviver em locais onde nenhuma outra cresce, tem uma grande vantagem. Sobrevivendo em locais inóspitos, uma planta elimina o problema de vizinhos agressivos e competitivos. Destas plantas que criam um meio de sobrevivência, onde nenhuma outra consegue, as Tillandsias estão entre as mais avançadas. Na verdade, as Tillandsias são freqüentemente chamadas de “plantas do ar” por causa de sua capacidade de sobreviver sem solo, raízes ou água. Elas sobrevivem pelo apego às rochas, árvores e até mesmo – pasmem – entre os espinhos pontiagudos dos Cactos nos desertos, onde elas captam a água da chuva e / ou gotículas do orvalho e poeira para se abastecer de toda umidade e nutrientes que necessitam e que nunca conseguiriam receber por vias normais dentro das selvas. Botânicos classificam estas notáveis sobreviventes como Bromélias epífitas. Uma epífita é qualquer planta que não vive no solo, mas sobrevive pelo apego a uma outra planta. Epífitas no entanto, não devem ser confundidas com parasitas, porque enquanto um parasita obtém nutrientes de seu hospedeiro, uma epífita trata o mesmo como nada mais do que uma plataforma de pouso e ancoragem. Não prejudicam a planta hospedeira de nenhuma forma. Para efeito de apoio e / ou ancoragem, as Tillandsias produzem algumas raízes semelhantes a arames, que são capazes de se fixar em qualquer superfície. Embora sendo muito eficazes no apoio às plantas, estas raízes não desempenham nenhum papel na obtenção de umidade ou nutrientes. Quando os botânicos chamam essas plantas de Bromélias, o que eles estão simplesmente dizendo é que estes são os membros da família do Abacaxi. A semelhança familiar é bastante obvia quando você comparar uma Tillandsia com o grupo de folhas visto no topo dos frutos do abacaxi. A disposição das folhas é uma característica comum a toda família, e é realmente um traço muito útil. Pela forma crescente o corpo da planta torna-se algo mais ou menos comparável a um funil grande, onde todas gotículas de chuva e / ou orvalho caem dentro de uma área relativamente grande e são encaminhadas para a base da planta. Com essas estratégia, os membros desta família que vivem em solos secos e / ou no topo das árvores são capazes de captar a água de que necessitam e direcioná-la para si, antes mesmo que caiam no chão. O que faz as Tillandsias mais originais, porém, é a sua capacidade de sobreviver sem um sistema radicular funcional. Toda umidade e nutrientes de que a planta necessita são absorvidos diretamente através das folhas, por meio das escamas prateadas minúsculas que cobrem a planta. As paredes finas dessas escamas peltadas permitem que a água entre nas folhas, mas impedem a sua fuga. A cor prateada das escamas também ajudam a planta a suportar a alta luminosidade, refletindo o excesso da luz solar que atinge a planta. As escamas peltadas são essenciais para sobrevivência da planta, é fundamental que elas não sejam arranhadas por fora. As escamas são muito delicadas, por esse motivo é quase impossível lidar com essas plantas sem deformação de algumas escamas. Por esta razão, as plantas devem ser manuseadas o menos possível. Como você poderia esperar, uma planta que é capaz de agarrar-se em troncos de árvores, entre espinhos de cactos, pedras e areias dos desertos, e suprir suas necessidades de água e nutrientes é muito fácil de cuidar. Se elas são colocadas onde vão receber bastante claridade sem incidência direta do sol e temperatura ambiente amenas, as Tillandsias demandam muito pouco mais. Suas necessidades de água podem ser fornecidas por qualquer nebulização freqüente, ou para aqueles que não conseguem lembra-se, de uma névoa em dias alternados, toda a planta pode ser simplesmente imersa em água à temperatura ambiente por cerca de dez minutos e em seguida posta a escorrer de cabeça para baixo por alguns segundos. Esta operação deve ser feita pela manhã e ela permitirá à planta absorver toda umidade que necessitar para a próxima semana ou dias. Onde as plantas são aspergidas, é importante para o abastecimento de água suficiente para satisfazer as necessidades da planta antes da fina película de umidade tenha se evaporado. Um outro bom lugar estratégico para ajudar a minimizar a necessidade de água suplementar, é colocar suas Tillandsias junto a uma janela na cozinha ou banheiro, onde a umidade incidental de lavar pratos ou chuveiro irá abastecê-las de água. Quando bem posicionada em um banheiro, além de decorar o ambiente, estas plantas praticamente não necessitarão de nenhum cuidado. Uma vez que as Tillandsias na natureza retiram seus nutrientes minerais da poeira dissolvida na água da chuva e no orvalho, sua necessidade de nutrientes é mínima. Para se fornecer os nutrientes minerais exigidos por estas plantas, uma pequena dosagem de fertilizante para Orquídeas (1/4 da dosagem recomendada pelo fabricante, para se evitar a queima das folhas) pode ser adicionada à um litro de água e aplicado sobre as plantas a cada dois meses. Quando uma Tillandsias adulta é bem cuidada, essas plantas notáveis irão recompensar seus donos com uma belíssima floração. A inflorescência é apresentada em uma palheta de cores variadas vistosas que podem ser azuis, roxas, vermelhas, amarelas, laranjas, brancas, algumas com um suave e delicioso perfume cativante. Infelizmente, enquanto a floração é um sinal de boa saúde e maturidade, ela também indica que a planta estará se preparando para desviar a sua energia para produção de várias compensações e em seguida morrer. Após a floração, várias compensações ou deslocamentos serão produzidos na base da planta-mãe e esta começará a declinar lentamente. Quando estiverem com cerca de dois terços do tamanho da planta-mãe, estes deslocamentos ou compensações podem ser destacados e serem cultivados em outros locais, onde sobreviverão por conta própria. Caso se queira deixar as compensações ligadas à planta-mãe, estas formarão lindas touceiras, que darão continuidade à perpetuação da espécie.
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