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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

TILLANDSIA BRENNERI

 Nome Científico: Brenneri Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Brenneri
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Equador
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Brenneri é uma epífita endêmica do Equador, onde é encontrada em dois locais distintos: o primeiro na província de Pastaza e o segundo em uma laranjeira na estrada de Tena / Puyo. O que infelizmente não ocorre dentro da rede de áreas protegidas do Equador. A principal ameaça das Tillandsias do país é o desmatamento devido à conversão das florestas em áreas de terras agrícolas. Trata-se de um exemplar de poucas folhas, que forma uma estreita roseta em forma de funil, com bainhas discretas que não contrastam com as lâminas, essas são arredondadas nas pontas. As folhas chegam a ter trinta centímetros de comprimento e quatro centimetros e meio de largura, são verdes azuladas e são marcadas sobretudo nos pés com numerosos pontos de disposição irregular de cor violeta escuro. As inflorescências são pendentes, de formato redondo esverdeadas com três milimetros de diâmetro, com entrenós amarelo esverdeado. As brácteas florais chegam a três centimetros de comprimento, com dois centímetros de largura, de formato agudo e cor verde amarelo, com margens avermelhadas. As flores são de cor violeta na metade superior e branco na base. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA BRYOIDES

 Nome Científico: Bryoides Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Bryoides
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Peru, Bolívia e Argentina
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Bryoides é a menor espécie do gênero Tillandsia, e assim, de toda família das Bromélias. Moderadamente saxícola e epífita, seu poder de sobrevivência é extraordinário. O nome botânico é derivado bryoides = como musgo. Ela cresce em vales secos nas encostas orientais da Cordilheira dos Andes do Peru, Bolívia e Argentina, principalmente em altitudes entre oitocentos e mil e duzentos metros, na Bolívia até dois mil e seiscentos metros acima do nível do mar. As folhas são distribuídas em espiral com hastes curtas. Elas são grossas, inteiras, relativamente cobertas tricomas. Sua inflorescência é relativamente discreta e pequena, que contém apenas uma flor sem bráctea. Sua flor é muito pequena e única, surgindo diretamente da base na cor amarela enxofre. Esta espécie pode ser facilmente confundida com a Tillandsia Pedicellata, que é ligeiramente maior. Uma espécie bastante fácil de ser cultivada e forma moitas com grande facilidade. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA BUCHLOHII

 Nome Científico: Buchlohii Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Buchlohii
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Peru
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Buchlohii é uma espécie interessante caulescente do Peru, com uma haste floral muito longa. As folhas são duras com bordas vermelhas e por isso é fácil quebrarem-se quando manuseadas ou transportada. A inflorescência é uma espiga vermelha brilhante ramificada com flores brancas. A plante tem sessenta centímetros de altura e vinte centímetros de largura quando adulta. Trata-se de uma espécie rara, que cresce deslumbrante. Apesar de sua fragilidade, isso não deve ser impedimento para que não sejam adicionadas a sua coleção. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA CALOTHYRSUS

 Nome Científico: Calothyrsus Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Calothyrsus
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Calothyrsus é endêmica do México. Trata-se de uma espécie bonita e que raramente é encontrada no mercado à venda. Quando cultivada no sol, ela torna-se vermelho sangue, tanto nas folhas como na inflorescência. Lamentavelmente, estas foram as poucas informações que consegui sobre este espécime magnífico.

TILLANDSIA CAPILLARIS

 Nome Científico: Capillaris Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Capillaris
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Argentina, Bolívia e Equador
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Capillaris é uma das espécies de epífitas mais abundantes na região da Floresta do Chaco na Argentina e é comumente conhecida como “ar-de-rosa”, como outras espécies do gênero. Esta variedade é também encontrada na Bolívia e Equador. A reprodução destas plantas se dão por duas formas: a mais comum é a reprodução assexuada, através de botões e também há a sexuada através da formação dos frutos contendo muitas sementes com dispersão anemófila (são levadas pelo vento), isso é possível graças à presença da pubescência seminal cuja origem é a divisão de fibras do mesmo fruto maduro que tem forma de uma cápsula. A espécime chama a atenção pela seu colorido. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA CAPITATA

 Nome Científico: Capitata Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Capitata
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Honduras, México e América Central
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Capitata ou Rio Hondo como é chamada as vezes. O nome derivado da palavra Capitat = formas a cabeça, e refere-se à forma como a roseta do centro deixa de crescer e depois formar uma cabeça alta pouco antes do florescimento, intimamente relacionada a Tillandsia Brachycauolos, suas folhas são de um cinza suave verde para rosado, e de um rubor facial profundo rosa quando em floração roxa. O exemplar provém dos vales escaldantes de Honduras, onde cresce em árvores arbustivas. Também pode ser encontrada no México e América Central. Trata-se definitivamente de algo diferente. As folhas tendem a enrolarem-se normalmente em direção às extremidades tornando-se uma planta muito bonita mesmo quando não está em floração. A espécie apresenta raros coloridos em suas cultivares. A planta chega a ter trinta centímetros de altura.

CULTIVARES:
• Capitata Baco
• Capitata Lorenzo
• Capitata Love Knot
• Capitata Marrom
• Capitata Maya
• Capitata Old Gold
• Capitata Pink Velvet
• Capitata Red Fountain
• Capitata Rio Hondo
• Capitata Vicente Bacaya
Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA CAPUT-MEDUSAE

 Nome Científico: Caput-Medusae Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Caput-Medusae
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: América Central e México
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Caput-Medusae, Plant Octopus ou Cabeça de Medusa é uma Bromélia epífita atraente nativa da América Central e México. Trata-se de um exemplar muito original e interessante que tem suas folhas com vinte e cinco centímetros, sendo canalizadas a partir da roseta, afinadas e torcidas, cobertas de tricomas. A roseta de folhas surge a partir de um pseudobulbo inflado. A planta pode florescer entre a primavera ao verão. As inflorescências vermelhas geralmente não são ramificadas ou digitadas. As flores violetas brilhantes possuem cerca três centímetros. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. Montagem de Arranjos – A montagem ou suspensão das Tillandsias é muito simples. Se a montagem é para uma exposição ou voltada para venda, poderá ser utilizada uma cola especial (importada) chamada Tilly Tacker e / ou a E-6000, que são elaboradas especialmente para montagem de Tillandsias ou Airplants. Outras formas de fixação podem ser feitas com o auxilio de linha de pesca, linha encerada ou fio de arame (sem COBRE). Os materiais a serem usados como base de fixação podem ser conchas, corais, pedras, cristais, troncos, galhos, variando de acordo com a criatividade e o gosto individual de cada pessoa. Circulação de Ar – As Tillandsias devem receber uma boa ventilação de ar ou brisa, pois elas captam os nutrientes de que se alimentam no ar. Mas não toleram ventos fortes, o que deve ser evitado. Irrigação – A água dever pura e desmineralizada sem cloro. As regas devem ser feitas em dias alternados com auxilio de um aspessor / pulverizador. Adubação – É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante e aplicado com aspessor em horários amenos ou de sol frio. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br