Nome Científico: Variabilis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Variabilis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia, Costa Rica, México e Estados Unidos
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Variabilis é nativa da Bolívia, Costa Rica, México e Estados Unidos, onde é abundante em todo Everglades, charcos e pântanos de ciprestes. Anteriormente era identificada como Tillandsia Valenzuelana. Trata-se de uma planta que possui de vinte a sessenta centimetros porte, folhas numerosas com moderada inclinação que se espalha em uma ampla curva em arco a partir de sua base. Suas folhas individuais são relativamente estreitas, fortemente côncovas, têm uma textura macia. Sua haste floral pode ter até vinte e quatro centimetros de comprimento, sob a forma de uma espiga delgada de flores, geralmente curvadas. Suas flores possuem petalas na cor lavanda com a base branca nas brácteas. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
TILLANDSIA TRICHOLEPIS
Nome Científico: Tricholepis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Tricholepis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Tricholepis é uma especie muito rara em cultivo. É nativa da América do Sul, numa área que abrange o Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. É encontrada em altitudes que variam de quatrocentos a quatro mil metros acima do nível do mar. Ela é facilmente encontrada nas matas fechadas, matas ciliares e capoeiras. Mas é nos centros urbanos que se destaca mais, ou seja, nas árvores das calçadas e praças. Vegeta também em muros, alambrados, fios elétricos, cercas diversas, pomares, jardins e tantos outros lugares que torna-se uma praga indesejada. Trata-se de uma mini Tillandsia, pois não passa dos cinco centímetros de diâmetro e um centímetro de altura. Pode ser encontrada como epífita e / ou saxícola. Possui pequenas folhas, bastante numerosas, cobertas de escamas peltadas que lhe dão uma aparência verde acinzentada. Sua inflorescência é formada por pequenas hastes florais semelhante a uma diminuta cabeça. Suas flores são pequenas e quase imperceptíveis, sésseis, não tubulares, com alguns milímetros de comprimento. São de laranja com salpicos de amarelo. Possui crescimento rápido, pois ela se auto poliniza, produzindo uma grande quantidade de sementes que se dispersam ao sabor dos ventos, o que garante a perpetuação da espécie. Devido ao seu diminuto tamanho é importante se observar atentamente o estado de hidratação da planta. Ela pode sofrer desidratação rapidamente. Se as pontas da folhas estiverem secas, aumente a frequência das regas. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br.
Nome Popular: Tillandsia Tricholepis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Tricholepis é uma especie muito rara em cultivo. É nativa da América do Sul, numa área que abrange o Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. É encontrada em altitudes que variam de quatrocentos a quatro mil metros acima do nível do mar. Ela é facilmente encontrada nas matas fechadas, matas ciliares e capoeiras. Mas é nos centros urbanos que se destaca mais, ou seja, nas árvores das calçadas e praças. Vegeta também em muros, alambrados, fios elétricos, cercas diversas, pomares, jardins e tantos outros lugares que torna-se uma praga indesejada. Trata-se de uma mini Tillandsia, pois não passa dos cinco centímetros de diâmetro e um centímetro de altura. Pode ser encontrada como epífita e / ou saxícola. Possui pequenas folhas, bastante numerosas, cobertas de escamas peltadas que lhe dão uma aparência verde acinzentada. Sua inflorescência é formada por pequenas hastes florais semelhante a uma diminuta cabeça. Suas flores são pequenas e quase imperceptíveis, sésseis, não tubulares, com alguns milímetros de comprimento. São de laranja com salpicos de amarelo. Possui crescimento rápido, pois ela se auto poliniza, produzindo uma grande quantidade de sementes que se dispersam ao sabor dos ventos, o que garante a perpetuação da espécie. Devido ao seu diminuto tamanho é importante se observar atentamente o estado de hidratação da planta. Ela pode sofrer desidratação rapidamente. Se as pontas da folhas estiverem secas, aumente a frequência das regas. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br.
TILLANDSIA TENUIFOLIA
Nome Científico: Tenuifolia Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Tenuifolia Var. Vaginata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Tenuifolia Var. Vaginata é uma bela forma desta espécie. Ela é endêmica do Brasil. É uma planta bastante comum nas regiões onde ocorre, podendo formar grandes touceiras. As lâminas das suas folhas são muito involutas, constratando com as bainhas amplas. Presta-se para formar arranjos decorativos, junto com outras plantas. Sua bráctea floral é cereja brilhante e suas flores são azuis, o que dá um maravilhoso contraste ao conjunto. Formação – Com o passar do tempo, elas forma uma touceira, grande e atrativa. São normalmente cultivadas penduradas de cabeça para baixo ou horizontalmente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Tenuifolia Var. Vaginata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Tenuifolia Var. Vaginata é uma bela forma desta espécie. Ela é endêmica do Brasil. É uma planta bastante comum nas regiões onde ocorre, podendo formar grandes touceiras. As lâminas das suas folhas são muito involutas, constratando com as bainhas amplas. Presta-se para formar arranjos decorativos, junto com outras plantas. Sua bráctea floral é cereja brilhante e suas flores são azuis, o que dá um maravilhoso contraste ao conjunto. Formação – Com o passar do tempo, elas forma uma touceira, grande e atrativa. São normalmente cultivadas penduradas de cabeça para baixo ou horizontalmente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA SCHIEDEANA
Nome Científico: Schiedeana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Schiedeana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Costa Rica, México e Venezuela
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Schiedeana é endemica da Costa Rica, México e Venezuela. É encontrada entre cinquenta e mil re oitocentos metros acima do nível do mar. Trata-se de uma planta epífita, que forma belas touceiras e pode chegar a trinta centímetros de diâmetro. Possui folhas estreitas como grama, as folhas são cobertas de tricomas o que lhe dá uma aparência acinzentado branco. Sua bráctea é estreita e possui a cor de uma cereja brilhante, o que é raro em uma Tillandsia. Suas flores são pequenas da cor amarela. É muito interessanta a Crônica que encontrei nas pesquisas que faço sobre as Tillandsias, a qual transcrevo abaixo: “Ser a atenção dos visitantes estrangeiros – As Tillandsias Schiedeana formam as touceiras epífitas de tufos abundantes, ou ramo-árvore vivo, as plantas com cerca de trinta centímetros de diâmetro, com um verde acinzentado, folhas como grama e principalmente longas hastes vermelhas. “Elas são Orquídeas?“ As Pessoas perguntam várias vezes, aparentemente achando difícil de acreditar que tais atrativos, essas plantas epífitas não seriam Orquídeas. De fato, até recentemente não era o rico amarelo da floração das Orquídeas Oncídiuns de flor amarela. Eu não vi uma única Orquídea durante toda nossa caminhada... De qualquer forma, a planta que chamou a atenção do nosso Show foi uma Bromélia, mais especificamente a Tillandsia Schiedeana, uma planta bastante comum nessas elevações do México, através da América Central para a Colômbia e Venezuela. Você pode ver um grupo que olhamos de cabeça para baixo: Nesse quadro os itens vermelhos na inflorescência são brácteas ou folhas modificadas, enquanto que as flores são os delgados, as coisas amarelas, ultrapassam as brácteas. Nas Bromélias a estrutura da flor não é como as de flores dos jardins. Se você ver uma planta crescendo em tufos de uma árvore e suas flores são dispostas em espigas densas, as flores em sí são pequenas e discretas, mas as brácteas abaixo das flores são brilhantes e coloridas, um bom palpite é sempre uma Bromélia. Uma maneira de evitar confundir as Orquídeas epífitas com Bromélias é lembrar que nas inflorescências das Orquídeas geralmente falta a grande bráctea colorida abaixo de cada flor e, geralmente as raízes das orquídeas ligadas a casca de uma árvore é espessa e branca, enquanto as raízes das Bromélias são tipicamente escuras e duras. O que é um deleite para estar andando por uma estrada e ver algo tão bonito como esta Tillandsia simplesmente crescendo em uma árvore próxima a você”. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Schiedeana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Costa Rica, México e Venezuela
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Schiedeana é endemica da Costa Rica, México e Venezuela. É encontrada entre cinquenta e mil re oitocentos metros acima do nível do mar. Trata-se de uma planta epífita, que forma belas touceiras e pode chegar a trinta centímetros de diâmetro. Possui folhas estreitas como grama, as folhas são cobertas de tricomas o que lhe dá uma aparência acinzentado branco. Sua bráctea é estreita e possui a cor de uma cereja brilhante, o que é raro em uma Tillandsia. Suas flores são pequenas da cor amarela. É muito interessanta a Crônica que encontrei nas pesquisas que faço sobre as Tillandsias, a qual transcrevo abaixo: “Ser a atenção dos visitantes estrangeiros – As Tillandsias Schiedeana formam as touceiras epífitas de tufos abundantes, ou ramo-árvore vivo, as plantas com cerca de trinta centímetros de diâmetro, com um verde acinzentado, folhas como grama e principalmente longas hastes vermelhas. “Elas são Orquídeas?“ As Pessoas perguntam várias vezes, aparentemente achando difícil de acreditar que tais atrativos, essas plantas epífitas não seriam Orquídeas. De fato, até recentemente não era o rico amarelo da floração das Orquídeas Oncídiuns de flor amarela. Eu não vi uma única Orquídea durante toda nossa caminhada... De qualquer forma, a planta que chamou a atenção do nosso Show foi uma Bromélia, mais especificamente a Tillandsia Schiedeana, uma planta bastante comum nessas elevações do México, através da América Central para a Colômbia e Venezuela. Você pode ver um grupo que olhamos de cabeça para baixo: Nesse quadro os itens vermelhos na inflorescência são brácteas ou folhas modificadas, enquanto que as flores são os delgados, as coisas amarelas, ultrapassam as brácteas. Nas Bromélias a estrutura da flor não é como as de flores dos jardins. Se você ver uma planta crescendo em tufos de uma árvore e suas flores são dispostas em espigas densas, as flores em sí são pequenas e discretas, mas as brácteas abaixo das flores são brilhantes e coloridas, um bom palpite é sempre uma Bromélia. Uma maneira de evitar confundir as Orquídeas epífitas com Bromélias é lembrar que nas inflorescências das Orquídeas geralmente falta a grande bráctea colorida abaixo de cada flor e, geralmente as raízes das orquídeas ligadas a casca de uma árvore é espessa e branca, enquanto as raízes das Bromélias são tipicamente escuras e duras. O que é um deleite para estar andando por uma estrada e ver algo tão bonito como esta Tillandsia simplesmente crescendo em uma árvore próxima a você”. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA PSEUDOBAILEYI
Nome Científico: Pseudobaileyi Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Pseudobaileyi
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México e Nicarágua
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Pseudobaileyi é relativamente conhecida e admirada. É nativa do México e Nicarágua. Pode ser encontrada em diferentes altitudes variando de zero a pouco mais de dois mil metros acima do nível do mar. Seu nome vem de sua semelhança com a Tillandsia Baileyii. Trata-se de um exemplar de grande porte (altura superior a quarenta centímetros). Ela pode ser encontrada como epífita e saxícola. Possui poucas folhas, resistentes, relativamente finas no limbo e muito curvas nas extremidades. Tem bainhas largas, formando cavidades pequenas e dando à planta uma aparência “bulbosa”. As folhas podem enrolar mais, se a planta estiver desidratada. Suas cores variam de verde a roxa, dependendo da claridade. Possui escamas peltadas dispostas sobre a superfície da planta, mas muitas vezes ausentes nas veias, dando um aspecto listrado ao limbo. Sua inflorescência é bastante grande, ramifica-se em pequenas brácteas múltiplas, elas são verdes ou vermelhas. Possui flores sésseis, tubulares, com poucos centímetros de comprimento na cor malva a malva pálido, quase branco. Como todas as espécies com aparência bulbosa, ela prefere ser cultivada de cabeça para baixo a fim de limitar os problemas de acumulo de água na base das folhas. Se você ainda insiste em cultivá-la de cabeça para cima, aconselho-o após as regas virá-la por alguns segundos para drenar qualquer excesso. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Pseudobaileyi
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México e Nicarágua
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Pseudobaileyi é relativamente conhecida e admirada. É nativa do México e Nicarágua. Pode ser encontrada em diferentes altitudes variando de zero a pouco mais de dois mil metros acima do nível do mar. Seu nome vem de sua semelhança com a Tillandsia Baileyii. Trata-se de um exemplar de grande porte (altura superior a quarenta centímetros). Ela pode ser encontrada como epífita e saxícola. Possui poucas folhas, resistentes, relativamente finas no limbo e muito curvas nas extremidades. Tem bainhas largas, formando cavidades pequenas e dando à planta uma aparência “bulbosa”. As folhas podem enrolar mais, se a planta estiver desidratada. Suas cores variam de verde a roxa, dependendo da claridade. Possui escamas peltadas dispostas sobre a superfície da planta, mas muitas vezes ausentes nas veias, dando um aspecto listrado ao limbo. Sua inflorescência é bastante grande, ramifica-se em pequenas brácteas múltiplas, elas são verdes ou vermelhas. Possui flores sésseis, tubulares, com poucos centímetros de comprimento na cor malva a malva pálido, quase branco. Como todas as espécies com aparência bulbosa, ela prefere ser cultivada de cabeça para baixo a fim de limitar os problemas de acumulo de água na base das folhas. Se você ainda insiste em cultivá-la de cabeça para cima, aconselho-o após as regas virá-la por alguns segundos para drenar qualquer excesso. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA PAUCIFOLIA
Nome Científico: Paucifolia Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Paucifolia
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Venezuela, Costa Rica, México, Bahamas e USA
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Paucifolia é nativa da Venezuela, Costa Rica, México e sul dos Estados Unidos. Trata-se de uma planta bulbosa com bainhas que muitas vezes são de coloração variável entre a beterrava e o roxo, mas normalmente é o verde alface que predomina. Quando floresce, a porção superior da planta torna-se rosada, que vem realçar a cor carmim de sua inflorescência. As flores são da cor de malva. Seu crescimento é lento o que a faz demorar um pouco para atingir a maturidade. Produz um sistema radicular substancial que vai fixá-la rapidamente ao material em que é cultivada. Cuidados especiais devem ser tomados para que a planta não acumule água na base dos bulbos. Necessita de boa circulação de ar e as regas devem ser coerentes com o calor, pois a planta gosta de ambientes umidos. Deve ser cultivada com alta densidade de luz sem a incidência de sol direto. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Paucifolia
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Venezuela, Costa Rica, México, Bahamas e USA
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Paucifolia é nativa da Venezuela, Costa Rica, México e sul dos Estados Unidos. Trata-se de uma planta bulbosa com bainhas que muitas vezes são de coloração variável entre a beterrava e o roxo, mas normalmente é o verde alface que predomina. Quando floresce, a porção superior da planta torna-se rosada, que vem realçar a cor carmim de sua inflorescência. As flores são da cor de malva. Seu crescimento é lento o que a faz demorar um pouco para atingir a maturidade. Produz um sistema radicular substancial que vai fixá-la rapidamente ao material em que é cultivada. Cuidados especiais devem ser tomados para que a planta não acumule água na base dos bulbos. Necessita de boa circulação de ar e as regas devem ser coerentes com o calor, pois a planta gosta de ambientes umidos. Deve ser cultivada com alta densidade de luz sem a incidência de sol direto. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA FILIFOLIA
Nome Científico: Filifolia Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Filifolia
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México, Honduras e Costa Rica
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Filifolia é endemica do México, Honduras e Costa Rica, onde cresce em elevações que variam entre cem e mil e trezentos metros acima do nível do mar. Desenvolve-se em áreas umidas como rupicola. A planta tem folhas verdes cinzas numerosas que variam entre tres a seis centimetros de comprimento, formando uma roseta densa de onde surge uma haste floral com até quinze centimetros de altura. Sua inflorescência surge com petalas em formações radiadas na cor purpura a violeta. Normalmente produz deslocamentos (filhotes) numerosos que se separam facilmente com a mão, quando atingem cerca de 2/3 do tamanho da planta matriz. As regas devem ser frequentes em climas secos e moderadas em climas umidos. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Filifolia
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México, Honduras e Costa Rica
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Filifolia é endemica do México, Honduras e Costa Rica, onde cresce em elevações que variam entre cem e mil e trezentos metros acima do nível do mar. Desenvolve-se em áreas umidas como rupicola. A planta tem folhas verdes cinzas numerosas que variam entre tres a seis centimetros de comprimento, formando uma roseta densa de onde surge uma haste floral com até quinze centimetros de altura. Sua inflorescência surge com petalas em formações radiadas na cor purpura a violeta. Normalmente produz deslocamentos (filhotes) numerosos que se separam facilmente com a mão, quando atingem cerca de 2/3 do tamanho da planta matriz. As regas devem ser frequentes em climas secos e moderadas em climas umidos. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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