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quarta-feira, 29 de junho de 2011

TILLANDSIA EXSERTA

 Nome Científico: Exserta Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Exserta
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: México
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Exserta é nativa do México. Habita na região do deserto costeiro do México. Deserto costeiro significa que é sujeito à névoa da manhã e clima extremamente quente, com condições mais secas do que em outras áreas. Possui folhas brancas que se presume serem cobertas de tricomas ou escamas peltadas. As folhas se curvam para dentro quando necessitam de água. Suas folhas normalmente se apresentam onduladas o que lhe dá um ar muito gracioso e as vezes se curvam em torno de um mebro ou galho onde está montado ancorando a planta. O exemplar gosta de áreas secas e quentes, com um pouco de névoa pela manhã e regas regulares três vezes por semana em dias intercalados. Uma boa circulação de ar é fundamental para sua sobrevivência. Normalmente tem entre viente oito a quarenta centimetros de altura. Sua inflorescência possui escapos de rubor entre rosa para rosa escuro quando recebe bastante luz. Suas flores são violetas uvas. Sem sombra de dúvidas uma planta muito bonita e decorativa mesmo sem flor. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br


TILLANDSIA BANDENSIS

 Nome Científico: Bandensis Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Bandensis
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Uruguai, Paraguai e Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Bandensis é nativa das matas secas do Uruguai, Paraguai e Brasil. Ela tem o seu nome a partir das montanhas de Banda, no Uruguai, onde a planta foi descoberta. Trata-se de um exemplar pequeno que atinge dois centimetros de altura. Ela é encontrada entre quinhentos a dois mil metros acima do nível do mar. Esse pequeno exemplar possui folhas ao longo de tronco curto. Elas crescem em um plano bidimensional. Elas são cobertas de uma camada de escamas prateadas. Forma agrupamentos delicados e graciosos. Muito embora seja comum na natureza é rara em cultivos. Possui uma inflorescência delicada, com flores pequenas de um azul púrpuro com petalas largas maravilhosamente perfumadas. Sobrevivência – É um tipo de planta rústica, epífita e rupícola que se prende aos troncos e rochas, sobrevivendo com pouca água. Reprodução – A polinização é cruzada, isto é, há casamento entre flores diferentes, dificilmente há auto fecundação. As suas sementes têm plumas e são levadas pelo vento disseminando a espécie. Modo de Cultivo – Seu cultivo é simples, local bem iluminado, sol indireto, sob árvores. Não necessita vasos, pode fixá-la em madeira, troncos ou placas de fibra de coco. Adubação – A adubação pode ser feita de forma liquida, com fertilizante hidrossolúvel na formulação de NPK 10-10-10 ou 14-14-14, dissolvendo meia colher de chá em um litro de água e regando as folhas com aspessor, coando antes o líquido para que o resíduo não cause entupimentos. Não faça este procedimento ao sol nem antes de chuvas. Se a planta estiver sob árvores, não haverá necessidade de adubação, ela tem um sistema de captação de nutrientes muito eficiente. Somente regue a planta se a região estiver sem chuvas, pois ela vive com muito pouca água. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br


TILLANDSIA BALBISIANA

 Nome Científico: Balbisiana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Balbisiana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Flórida, México, Antilhas, Colômbia e Venezuela
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Balbisiana pode ser encontrada em estado nativo na Flórida, México, antilhas, Colômbia e Venezuela. Ela pode se apresentar como planta indivudual ou agrupada. Possui caule curto, folhas com quinze a trinta centímetros na cor verde alface, com tricomas peltados cinzas esbranquiçados. Suas folhas são coriáceas (duras como couro) se torcem e enrolam-se pendendo-se para baixo da base no intuito de melhor fixar-se nos aportes. Todo conjunto até aqui descrito dá a planta uma aparência exótica e um tanto assustadora. Possui bráctea floral ereta, verde para vermelho amplo que pode atingir até setenta e cinco centimetros de altura. Sua bráctea é densamente imbricada. Ela produz uma inflorescência de glóbulos vermelhos que é marcante ao lado das folhas pálidas. As flores são de um roxo intenso. Formação – Com o passar do tempo, elas forma uma touceira, grande e atrativa. São normalmente cultivadas penduradas de cabeça para baixo ou horizontalmente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA ATROVIRIDIPETALA

 Nome Científico: Atroviridipetala Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Atroviridipetala
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: México
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Atroviridipetala é originária do México, onde é encontrada a partir de dois mil e quatrocentos metros acima do nível do mar, crescendo sobre rochas e árvores. Trata-se de uma espécie de pequeno porte. Uma planta exótica e graciosa. Suas folhas são intensamente cobertas por tricomas, que dão à planta uma aparência nebulosa de almofada de alfinetes. Seu escapo é muito curto e muito semelhante a uma crista de galo com um rosa brilhante. Suas flores são pequenas de um verde incomum. Ela foi assim nomeada pelas suas pétalas verdes que emergem do rosa / laranja das brácteas. É importante montá-la de lado ou de cabeça para baixo á medida que cresce, para permitir que o excesso de água escorra. Ela cresce na claridade ampla, sem a incidência do sol direto. Necessita de boa circulação de ar. Esta é uma planta que gosta de condições mais secas. Ela produzirá de duas a cinco mudas se for bem cultivada. Sem sombra de dúvidas é um exemplar indispensável para colecionadores. Adubação – Estas devem ser feitas uma vez por mês utilizando-se um fertilizante líquido hidrossolúvel na formulação NPK 10-10-10 ou 14-14-14 (observe que a presença mínima ou nenhuma do elemento COBRE é desejável, pois este em alta concentração leva as Bromélias a morte). Deve-se diluir uma colher de chá em um litro de água e aplicar nos exemplares com auxilio do aspessor nos horários mais frios. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br.

TILLANDSIA AIZOIDES

 Nome Científico: Aizoides Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Aizoides
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Argentina
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Aizoides é endemica no noroeste da Argentina, onde pode ser encontrada em uma ampla gama de altitude variando entre mil e quinhetos e dois mil e oitocentos metros acima do nível do mar. Trata-se de uma mini Tillandsia que possui menos de um centimetro de altura e quatro centimetros de largura. Como se pode constatar é uma das menores Tillandsias conhecidas. Possui haste curta com duras folhas triangulares e suculentas. Suas flores são diminutas e possuem a cor de um marrom acobreado. Seu crescimento é lento. Temos aqui um belíssimo exemplar para colecionadores. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br


terça-feira, 21 de junho de 2011

TILLANDSIA VICTORIA

Nome Científico: Victoria Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Victoria
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Flórida
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Victoria é um hibrido natural muito comum no sul da Flórida. Ela foi assim nomeada por uma pioneira da Sociedade Internacional de Bromélias Vitória Padilla. Ela se parece muito com a Tillandsia Ionantha, com um tamanho mais avantajado, mais larga, com uma coloração mais alaranjada quando em floração. Trata-se de um clone especial que é diferente das formas padrões. É resultante do cruzamento das Tillandsias Ionantha com a Brachycaulos. É um exemplar tão lindo que é muito procurado pelos colecionadores. A planta tem sua roseta no tamanho quase idêntica a Brachycaulos, e na medida em que se ruboriza da origem a uma bela rosa púrpura vibrante e tem flores tubulares que surgem a partir de uma pequena haste, que cresce contra a gravidade quado a planta se encontra montada ou pendurada de cabeça para baixo, fazendo assim uma curva ascendente. O rubror surge apenas um pouco antes da floração e permanece até um pouco mais tarde ao final desta. Suas flores duram cerca de uma semana. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA MAYA

 Nome Científico: Maya Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Maya
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Guatemala
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Maya é originária da Guatemala. Trata-se de um hibrido natural, resultante do cruzamento entre a Xerográphica e a Capitata. A planta tem caracteristicas que lembram seus pais, tais como ampla difusão, enrolando as folhas como a Xerográphica, e a suavidade e a caulescência da Capitata. Sua inflorescência é uma espiga cilindrica bem ramificada de cor rosa escura com flores tubulares ametistas e um leve rubor rosado de acompanhamento nas folhas. Um único exemplar é capaz de produzir cinco filhotes em suas axilas que se não forem removidos formarão uma belissima moita, com aproximadamente um metro e vinte centímetros de diâmetro e cada planta pode atingir uma altura de sessenta a setenta e seis centímetros de altura. O peso da moita é tão grande que faz com que se parta naturalmente. Este é sem dúvida um sonho dos colecionadores. Se você gosta de plantas grandes, este é um dos seus exemplares. O exemplar possui um crescimento rápido e vigoroso. Formação – Com o passar do tempo, elas forma uma touceira, grande e atrativa. São normalmente cultivadas penduradas de cabeça para baixo ou horizontalmente. Cultivo – Abrigá-las do sol direto, especialmente durante as horas quentes. Conservá-las em um local com bastante luminosidade. Podem viver em uma ampla faixa de temperatura variável entre 10º a 35º C. As regas devem ser feitas com água de chuva ou desmineralizada, em forma de névoa ou brumas com auxílio de um aspessor. É benéfico alimentá-las com adubo de orquídeas hidrossolúvel diluído na água na proporção de ¼ da dosagem recomenda pelo fabricante.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br