Nome Científico: Jucunda Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Jucunda
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Bolívia
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Jucunda é endêmica da Bolívia. Possui folhas semi rígidas com tricomas pequenos e erguidas na cor verde prateada que formando uma roseta sólida em forma de espadas afiadas. Esta espécie tem a particularidade de florescer anualmente. Sua bráctea floral é rosa pálido e suas flores amarelas composta de varias petalas. Esta associação de cores é escassa entre as Tillandsias. Devido ao seu florescimento anual e a associação de cores de suas brácteas e flores, torna-a uma planta muito desejada e procurada pelos colecionadores. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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terça-feira, 21 de junho de 2011
TILLANDSIA HETEROMORPHA
Nome Científico: Heteromorpha Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Heteromorpha
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Heteromorpha é nativa do Peru, onde cresce sobre rochas (saxícola), entre oitocentos e novecentos metros acima do nível do mar. É encontrada a partir do vale do deserto do vento no rio Puccha no norte do Peru. Heteromorpha em latim significa “que apresenta diferentes formas”. Tillandsia Heteromorpha é uma formação de Bromélias epífitas com hastes onde crescem folhas lineares, curvas, muito finas, cobertas com uma densa camada de tricomas muito curtos para baixo. Ao longo dos anos as rosetas podem crescer em grande numero diretamente no caule grosso principal, formando um aglomerado requintado. Dada as rosetas serem altamente simétricas, isso parece ser surpreendente. Na verdade, há uma variação entre cada planta, as folhas são mais ou menos longas, por um lado, e as hastes têm níveis muito diferentes de se torcer. Finalmente, as plantas são visualmente muito diferentes. Se a planta tem flores, as rosetas se multiplicam, criando um espetáculo impressionante. Em floração, ela ganha! Ela desenvolve elegantes rosetas em forma de estrelas com finas folhas caindo, cobertas de alta densidade de escamas prateadas. As espigas florais exibem uma coloração de verde para rosa, onde as flores são roxas e brancas. Pouco comum e rara no cultivo, esta espécie é a mais bonita e que mais impressiona com o tempo. Cultivo – Ela cresce bem nas condições de Tillandsia moderada. A planta deve receber luz e circulação de ar suficiente. Deve ser cultivada em locais parcialmente sombreados, onde haja claridade intensa sem incidência de raios solares. A melhor formas de regas para as Tillandsias são as feitas através de aspessores com jatos em forma de brumas ou névoas três vezes por semana. A aplicação de fertilizantes para Orquídeas solúvel em água na proporção de 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante aplicado sobre o exemplar uma vez ao mês.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Heteromorpha
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Heteromorpha é nativa do Peru, onde cresce sobre rochas (saxícola), entre oitocentos e novecentos metros acima do nível do mar. É encontrada a partir do vale do deserto do vento no rio Puccha no norte do Peru. Heteromorpha em latim significa “que apresenta diferentes formas”. Tillandsia Heteromorpha é uma formação de Bromélias epífitas com hastes onde crescem folhas lineares, curvas, muito finas, cobertas com uma densa camada de tricomas muito curtos para baixo. Ao longo dos anos as rosetas podem crescer em grande numero diretamente no caule grosso principal, formando um aglomerado requintado. Dada as rosetas serem altamente simétricas, isso parece ser surpreendente. Na verdade, há uma variação entre cada planta, as folhas são mais ou menos longas, por um lado, e as hastes têm níveis muito diferentes de se torcer. Finalmente, as plantas são visualmente muito diferentes. Se a planta tem flores, as rosetas se multiplicam, criando um espetáculo impressionante. Em floração, ela ganha! Ela desenvolve elegantes rosetas em forma de estrelas com finas folhas caindo, cobertas de alta densidade de escamas prateadas. As espigas florais exibem uma coloração de verde para rosa, onde as flores são roxas e brancas. Pouco comum e rara no cultivo, esta espécie é a mais bonita e que mais impressiona com o tempo. Cultivo – Ela cresce bem nas condições de Tillandsia moderada. A planta deve receber luz e circulação de ar suficiente. Deve ser cultivada em locais parcialmente sombreados, onde haja claridade intensa sem incidência de raios solares. A melhor formas de regas para as Tillandsias são as feitas através de aspessores com jatos em forma de brumas ou névoas três vezes por semana. A aplicação de fertilizantes para Orquídeas solúvel em água na proporção de 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante aplicado sobre o exemplar uma vez ao mês.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA FERRISIANA
Nome Científico: Ferrisiana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Ferrisiana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Ferrisiana é endêmica do México. Trata-se de uma epifita de floresta seca, com sete centimetros de altura, possui crescimento vigoroso e aspecto muito bonito. Possui folhas carnudas, que são cobertas de por uma camada contínua de escamas peltadas. Ela possui florescimento breve, sobre a espiga de sua haste floral surge uma simples flor cor de rosa. Florece de maio a julho. Suas flores podem atingir até seis centimetros. Esta pequena epifita é muito admirada pela sua beleza e originalidade de suas formas. Trata-se de um exemplar fantástico que é muito cobiçada pelos colecionadores e é muito rara nas coleções. A planta cria grandes aglomerados que cobrem ramos, arbustos e árvores da mata seca. Ela pode ser cultivada com sucesso em locais com grande luminosidades sem incidencia do sol direto, bem como janelas ou terrários. Graças a presença de seus tricomas pode baixar rapidamente a sua temperatura e armazenar água. A temperatura ideal para sua ambientação é de vinte e dois a vinte oito graus. É tolerante a uma temperatura de até trinta e cinco graus. Irrigação – As regas são fundamentais para as Tillandsias. Estas devem ser feitas em dias alternados com o auxilio de um aspessor, borrifando-se os exemplares sem encharcar. Adubação – Estas devem ser feitas uma vez por mês utilizando-se um fertilizante líquido hidrossolúvel na formulação NPK 10-10-10 ou 14-14-14 (observe que a presença mínima ou nenhuma do elemento COBRE é desejável, pois este em alta concentração leva as Bromélias a morte). Deve-se diluir 1/3 da dose recomendada pelo fabricante em um litro de água e aplicar nos exemplares com auxilio do aspessor nos horários mais frios.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br.
Nome Popular: Tillandsia Ferrisiana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Ferrisiana é endêmica do México. Trata-se de uma epifita de floresta seca, com sete centimetros de altura, possui crescimento vigoroso e aspecto muito bonito. Possui folhas carnudas, que são cobertas de por uma camada contínua de escamas peltadas. Ela possui florescimento breve, sobre a espiga de sua haste floral surge uma simples flor cor de rosa. Florece de maio a julho. Suas flores podem atingir até seis centimetros. Esta pequena epifita é muito admirada pela sua beleza e originalidade de suas formas. Trata-se de um exemplar fantástico que é muito cobiçada pelos colecionadores e é muito rara nas coleções. A planta cria grandes aglomerados que cobrem ramos, arbustos e árvores da mata seca. Ela pode ser cultivada com sucesso em locais com grande luminosidades sem incidencia do sol direto, bem como janelas ou terrários. Graças a presença de seus tricomas pode baixar rapidamente a sua temperatura e armazenar água. A temperatura ideal para sua ambientação é de vinte e dois a vinte oito graus. É tolerante a uma temperatura de até trinta e cinco graus. Irrigação – As regas são fundamentais para as Tillandsias. Estas devem ser feitas em dias alternados com o auxilio de um aspessor, borrifando-se os exemplares sem encharcar. Adubação – Estas devem ser feitas uma vez por mês utilizando-se um fertilizante líquido hidrossolúvel na formulação NPK 10-10-10 ou 14-14-14 (observe que a presença mínima ou nenhuma do elemento COBRE é desejável, pois este em alta concentração leva as Bromélias a morte). Deve-se diluir 1/3 da dose recomendada pelo fabricante em um litro de água e aplicar nos exemplares com auxilio do aspessor nos horários mais frios.
Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br.
TILLANDSIA AREQUITAE
Nome Científico: Arequitae Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Arequitae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Uruguai
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Arequitae é endêmica das florestas e montanhas do Uruguai. Ela cresce nas paredes rochosas. Possui folhas prateadas que cativam os corações dos entusiastas. É robusta por natureza, possui belas flores brancas. É uma espécime rara que só é encontrada no Uruguai, onde é muito procurada e sua disponibilidade é extremamente limitada. Como já dissemos antes seus exemplares são enormes. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Arequitae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Uruguai
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Arequitae é endêmica das florestas e montanhas do Uruguai. Ela cresce nas paredes rochosas. Possui folhas prateadas que cativam os corações dos entusiastas. É robusta por natureza, possui belas flores brancas. É uma espécime rara que só é encontrada no Uruguai, onde é muito procurada e sua disponibilidade é extremamente limitada. Como já dissemos antes seus exemplares são enormes. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA ANDRIEUXII
Nome Científico: Andrieuxii Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Andrieuxii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México e Costa Rica
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Andrieuxii é proveniente do México e da Costa Rica, onde cresce como epífita sobre carvalhos e pinheiros nas florestas úmidas a uma altura entre mil e oitocentos a dois mil e novecentos metros acima do nível do mar. Suas folhas são macias e crescem em forma de roseta. As folhas são muito delicadas e necessita muito cuidado durante o manuseio das mesmas. Sua inflorescência é perpendicular na cor de cereja é única com flor na cor de ametista com cinco a sete centímetros em uma haste pendurada da roseta. Seu cultivo é lento e gosta de ambientes frios de sombra. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Andrieuxii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México e Costa Rica
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Andrieuxii é proveniente do México e da Costa Rica, onde cresce como epífita sobre carvalhos e pinheiros nas florestas úmidas a uma altura entre mil e oitocentos a dois mil e novecentos metros acima do nível do mar. Suas folhas são macias e crescem em forma de roseta. As folhas são muito delicadas e necessita muito cuidado durante o manuseio das mesmas. Sua inflorescência é perpendicular na cor de cereja é única com flor na cor de ametista com cinco a sete centímetros em uma haste pendurada da roseta. Seu cultivo é lento e gosta de ambientes frios de sombra. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA ANDICOLA
Nome Científico: AndicolaTillandsia
Nome Popular: Tillandsia Andicola
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Argentina
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Andicola é uma epífita monóica. É uma espécie de pequeno porte com uma grande forma e é rara. Geralmente tem longa e fina haste que por vezes pode atingir vinte centimentros. Suas flores têm cerca de tres a quatro milimetros de diâmetro, são na cor amarelo pálido, perfumadas e passam uma sensação de transparência. Pendure-a de cabeça para baixo e ela ira formar uma bonita moita. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Andicola
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Argentina
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Andicola é uma epífita monóica. É uma espécie de pequeno porte com uma grande forma e é rara. Geralmente tem longa e fina haste que por vezes pode atingir vinte centimentros. Suas flores têm cerca de tres a quatro milimetros de diâmetro, são na cor amarelo pálido, perfumadas e passam uma sensação de transparência. Pendure-a de cabeça para baixo e ela ira formar uma bonita moita. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
sexta-feira, 10 de junho de 2011
TILLANDSIA XIPHIOIDES
Nome Científico: Xiphioides Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Xiphioides
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Xiphioides é endêmica na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Na cordilheira dos Andes é encontrada a cerca de quatro mil metros acima do nível do mar. Ela cresce nos altos desertos da Cordilheira Andina, e geralmente é encontrada afixada em cactos enormes e é aclimatada às noites de muito frio. Possui várias variedades e todas crescem eretas. Possui folhas cinzas prateadas com escamas peltadas. Seu crescimento é vigoroso com raízes fortes. Suas flores possuem várias cores que podem ser brancas, amarelas ou azul e são muito perfumadas. O odor exalado pelas flores lembra especiarias aromáticas. Muitos coletores de Tillandsias encontram grande prazer nessas plantas bonitas. É uma preciosa jóia em qualquer coleção. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Xiphioides
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Xiphioides é endêmica na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Na cordilheira dos Andes é encontrada a cerca de quatro mil metros acima do nível do mar. Ela cresce nos altos desertos da Cordilheira Andina, e geralmente é encontrada afixada em cactos enormes e é aclimatada às noites de muito frio. Possui várias variedades e todas crescem eretas. Possui folhas cinzas prateadas com escamas peltadas. Seu crescimento é vigoroso com raízes fortes. Suas flores possuem várias cores que podem ser brancas, amarelas ou azul e são muito perfumadas. O odor exalado pelas flores lembra especiarias aromáticas. Muitos coletores de Tillandsias encontram grande prazer nessas plantas bonitas. É uma preciosa jóia em qualquer coleção. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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