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sexta-feira, 10 de junho de 2011

TILLANDSIA SUCREI

 Nome Científico: Sucrei Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Sucrei
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Sucrei é endêmica do Brasil, seu habitat natural está localizado no Morro do Pavão e Copacabana sobre o paredão íngreme. Trata-se de um exemplar de pequeno porte, bastante rara, saxícola, caulescente, florífera, que atinge até dez centímetros de altura. Só é encontrada apenas em coleções científicas. Atualmente a espécie se encontra inscrita no apêndice II da CITES. E lamentavelmente pouquíssimas informações a respeito da planta se encontra nas páginas da Internet.

TILLANDSIA PURPUREA

 Nome Científico: Purpúrea Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Purpúrea
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Peru
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Purpúrea – Purpúreus, significa roxo que é um vermelho escuro com um leve traço de azul. O nome é uma referência a cor das flores com sua exclusiva essência de canela – é endêmica do Peru, onde cresce como uma cobertura do solo no deserto costeiro, na área há neblina suficiente para saturá-la e a deixar com água na estação úmida de julho a outubro. O clima de novembro a junho é variável. Entre dezembro e abril, as plantas raramente recebem água. Ela pode alcançar até trinta centímetros de altura e quase a mesma media em largura. Possui um crescimento rápido. Suas folhas são macias e aveludadas, muito embora seja bastante rígida e implacável se dobrada. Sua cor varia entre o palha e o marrom. Suas brácteas florais são rosa pink e lilás e as flores possuem pétalas creme centradas com margens violeta. Trata-se de uma planta muito requintada, com flores perfumadas de uma exclusiva essência de canela. As flores chegam a durar quase um mês e são muito perfumadas. Produz muitos deslocamentos (filhotes) em suas axilas (em torno de uma dúzia). Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA KARWINSKYANA

 Nome Científico: Karwinskyana Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Karwinskyana
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: México
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Karwinskyana é endêmica do México. Trata-se de uma espécie que habita as montanhas com casposas folhas prateadas quase indistintas. Cresce de uma forma um pouco recurvada em roseta vertical com quinze a vinte centímetros, com uma simples cor fúcsia, bráctea primaria, bráctea floral verde brilhante, de cor flores tubulares na cor creme com corola amarela. Forma grandes aglomerações muito antes da planta florescer, com muitos agradáveis pequenos filhotes profusos e tende a multiplicação facilmente. Gosta de pouca luz e umidade. É necessário se ficar atento com relação a uma boa circulação de ar por causa da proximidade dos filhotes em aglomeração. Com o tempo belas touceiras serão formadas em forma de bolas tenis. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA GEMINIFLORA

 Nome Científico: Geminiflora Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Geminiflora
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Geminiflora é nativa do Brasil, e ocorre nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Trata-se de um exemplar epífito, que tem como habitat a Mata Atlântida, florestas úmidas e matas de galerias. Ela possui um pequeno tanque e folhas maleáveis com nove a doze centímetros de comprimento, na cor verde prateada brilhantes, com escamas peltadas. Suas brácteas florais são triangulares, acuminadas e encurvadas. Muito semelhante a Tillandsia Gardneri. Sua inflorescência é mais para cor salmão, e é grande em relação à planta. Prefere luz brilhante, sem a incidência do sol direto. É muito resistente e de fácil cultivo. Possui cinco variedades de cultivares com o colorido de flores diferentes para cada variedade.
Cultivares:
• Tillandsia Geminiflora Bushfire
• Tillandsia Geminiflora JR
• Tillandsia Geminiflora Mystic Twins
• Tillandsia Geminiflora Pink Sugar
• Tillandsia Geminiflora Pink Surprise
Como todas as outras componentes da subfamília das Tillandsias, é uma planta bioindicadora da qualidade do ar. Pois absorve as substancias toxicas, que irão se acumular em seus tecidos, demonstrando externamente os graus de intoxicação à que estão submetidas pela poluição atmosférica. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA FLABELLATA

 Nome Científico: Flabellata Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Flabellata
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: México, Guatemala, El Salvador e Honduras
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Flabellata cresce no México, Guatemala, El Salvador e Honduras. Seu habitat natural se localiza entre mil e mil duzentos e cinqüenta metros acima do nível do mar. Há duas variedades: a de folhas verdes e a de folhas vermelhas (variedade Viridifolia), mais rara. A Flabellata (folhas verdes) habita locais relativamente escuros, enquanto que a Viridifolia, aprecia locais com luz brilhante. Suas folhas são macias e maleáveis. Suas brácteas são vermelhas com multi inflorescência com flores violetas. Os picos de floração são múltiplos de oito ou mais, destacando-se a cor vermelha com roxa nas flores tubulares. Esse é sem dúvida um grande atrativo da espécie. Ela pode ser cultivada como epífita ou em vasos, sendo que nesse ultimo caso, o substrato deverá ser bem drenado, e logo ela se tornará muito maior do que quando cultivada como epífita. Adora a umidade e regas constantes. Cultivo – Protegê-la do sol direto no verão, especialmente durante as horas quentes. No inverno, coloque-a em um lugar luminoso. Pode ser cultivada em uma ampla faixa de temperatura entre 10 a 35º C. Devem ser regadas com água da chuva ou desmineralizada, através de névoas em dias alternados e alimentadas com adubo de Orquídeas na dosagem de ¼ da recomendada pelo fabricante, diluída em um litro de água a cada quinze dias. Reprodução – A reprodução pode ser por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Um único exemplar pode ter até uma dúzia de filhotes formando como já foi descrito anteriormente lindíssimas colônias. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA EDITHAE

 Nome Científico: Edithae Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Edithae
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Bolívia
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

A Tillandsia Edithae é nativa da Bolívia. Ela é encontra em altitudes que vão do zero a dois mil e setecentos metros acima do nível do mar. Trata-se de um exemplar grande (com mais de trinta centímetros de comprimento), com crescimento rápido. Trata-se de uma espécie caulescente e saxícola. Ela cresce nas rochas e penhascos perto de Sorata na Bolívia. Possui folhas bastante espessas, poucas bainhas levemente acentuadas, com numerosas escamas peltadas sobre toda superfície da planta, dando-lhe uma aparência de cor brancas acinzentadas. Sua inflorescência é globosa, com uma dúzia de flores pequenas. Suas brácteas florais são vermelhas intensas, suas flores sésseis, não são tubulares e possuem vários centímetros de comprimento de cor cereja intensa. A edithae é uma das poucas Tillandsias a ter flores na cor coral. Ela produz uma grande quantidade de deslocamentos adventícios ao longo da base do caule. Fácil de crescer como uma planta pendurada e com deslocamentos livres ao longo do tronco, logo formarão grandes agregados em cascatas bastante atraentes. Ela cresce melhor com luz clara, água, e boa circulação de ar. Está magnífica Tillandsia é rara em cultivo, é uma preciosa jóia em qualquer coleção. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br

TILLANDSIA DURA

 Nome Científico: Dura Tillandsia
 Nome Popular: Tillandsia Dura
 Família: Bromeliaceae
 Subfamília: Tillandsioideae
 Origem: Brasil
 Ciclo de Vida: Perene
 Por: Rômulo Cavalcanti Braga

Tillandsia Dura é endêmica do Brasil e é encontrada a partir do Rio de Janeiro até Santa Catarina, em altitude de oitocentos metros acima do nível do mar. Esta espécie brasileira é caulescente, possui pequeno porte e pode formar touceiras compactas. Suas folhas são verdes acinzentadas cobertas de escamas peltadas. A inflorescência é de um vermelho simples e muito fortificado que pode permanecer por meses na cor. Aprecia a umidade constante, é pouco encontrada em cultivo. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br