Nome Científico: Diaguitensis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Diaguitensis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Diaguitensis é nativa do Brasil, onde cresce como rupícola, sobre rochas expostas. Possui caule longo e ereto, suas folhas são bem espaçadas, muito duras, estreitas e na cor verde prateadas. Suas flores são grandes na cor branca e docemente perfumadas, exalando um maravilhoso aroma de citros, o que faz dela uma planta muito especial. Ela floresce melhor quando lhe é oferecido umidade constante e luz brilhante. Estamos tratando aqui de uma espécime rara nas coleções, mas muito fácil de cultivar. É uma das espécies mais resistentes. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
TILLANDSIA COCOENSIS
Nome Científico: Cocoensis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Cocoensis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cocoensis é endêmica do Brasil, seu habitat está localizado no Morro do Coco no Rio de Janeiro onde vive sobre as rochas. Trata-se de um exemplar maravilhoso, com delicadas flores brancas. Lamentavelmente pouco se sabe a respeito da planta que é rara em cultivo e pouquíssimas informações são encontradas disponível na Internet.
Nome Popular: Tillandsia Cocoensis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Cocoensis é endêmica do Brasil, seu habitat está localizado no Morro do Coco no Rio de Janeiro onde vive sobre as rochas. Trata-se de um exemplar maravilhoso, com delicadas flores brancas. Lamentavelmente pouco se sabe a respeito da planta que é rara em cultivo e pouquíssimas informações são encontradas disponível na Internet.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
TILLLANDSIA SEIDELIANA
Nome Científico: Araujei Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Araujei
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Seideliana é endêmica do Brasil. É muito colorida e exótica. A planta tem um crescimento muito erguido e produz uma densa folhagem verde escura. Sua roseta possui folhas longas, duras e finas. As brácteas florais são rubi escuro e suas flores são pétalas de violeta rico em azul e índigo, em inflorescência maravilhosa rosa. Ela adora umidade e tende a secar rapidamente se não for regada com freqüência. Aprecia luz brilhante sem incidência de sol direto. Ela vai bem em ambientes fechados, quando recebe a umidade necessária para sua sobrevivência. Reprodução – A reprodução pode ser por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Um único exemplar pode ter até uma dúzia de filhotes formando como já foi descrito anteriormente lindíssimas colônias. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Araujei
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Seideliana é endêmica do Brasil. É muito colorida e exótica. A planta tem um crescimento muito erguido e produz uma densa folhagem verde escura. Sua roseta possui folhas longas, duras e finas. As brácteas florais são rubi escuro e suas flores são pétalas de violeta rico em azul e índigo, em inflorescência maravilhosa rosa. Ela adora umidade e tende a secar rapidamente se não for regada com freqüência. Aprecia luz brilhante sem incidência de sol direto. Ela vai bem em ambientes fechados, quando recebe a umidade necessária para sua sobrevivência. Reprodução – A reprodução pode ser por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Um único exemplar pode ter até uma dúzia de filhotes formando como já foi descrito anteriormente lindíssimas colônias. Obs: Interessados na compra de exemplares desta variedade ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA UTRICULATA
Nome Científico: Utriculata Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Utriculata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Venezuela, Costa Rica, México e Estados Unidos
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Utriculata é nativa da Venezuela, Costa Rica, México e Estados Unidos. Também conhecida pelo nome de Gigante Pine Wild, é a maior Tillandsia conhecida, com uma propagação de até quatro metros de comprimento, sempre com uma única planta – sem exemplares secundários (filhotes) que são produzidos a partir de gemas, a planta começa a morrer após a floração e semeadura; igualmente adaptada para as copas das árvores de menos ramificações, mas prefere sol moderado. Possui folhas verde claras, muito largas na base, afinando gradualmente para as pontas, muitas vezes as folhas chegam a atingir a média de sessenta centímetros ou mais de comprimento; crescem para fora da base e do arco continuamente tomando a forma de uma cornucópia. Quando de sua floração, solta uma haste floral ereta de até setenta centímetros de altura, suas flores são da cor creme ao branco marfim. Floresce em meados do verão ao início do outono, o seu período de floração pode durar até três semanas. O tamanho do exemplar é tão avantajado que freqüentemente se tornam demasiadamente pesados e os pequenos ramos hospedeiros não suportam o seu peso quebrando-se. Mas mesmo no chão elas continuam a crescer, dando flores e frutos, normalmente, desde que a água não se acumule no seu cálice. A reprodução é por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Uma única planta pode ter até uma dúzia de filhotes.
Nome Popular: Tillandsia Utriculata
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Venezuela, Costa Rica, México e Estados Unidos
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Utriculata é nativa da Venezuela, Costa Rica, México e Estados Unidos. Também conhecida pelo nome de Gigante Pine Wild, é a maior Tillandsia conhecida, com uma propagação de até quatro metros de comprimento, sempre com uma única planta – sem exemplares secundários (filhotes) que são produzidos a partir de gemas, a planta começa a morrer após a floração e semeadura; igualmente adaptada para as copas das árvores de menos ramificações, mas prefere sol moderado. Possui folhas verde claras, muito largas na base, afinando gradualmente para as pontas, muitas vezes as folhas chegam a atingir a média de sessenta centímetros ou mais de comprimento; crescem para fora da base e do arco continuamente tomando a forma de uma cornucópia. Quando de sua floração, solta uma haste floral ereta de até setenta centímetros de altura, suas flores são da cor creme ao branco marfim. Floresce em meados do verão ao início do outono, o seu período de floração pode durar até três semanas. O tamanho do exemplar é tão avantajado que freqüentemente se tornam demasiadamente pesados e os pequenos ramos hospedeiros não suportam o seu peso quebrando-se. Mas mesmo no chão elas continuam a crescer, dando flores e frutos, normalmente, desde que a água não se acumule no seu cálice. A reprodução é por sementes ou por deslocamentos laterais chamados de filhotes. Uma única planta pode ter até uma dúzia de filhotes.
TILLANDSIA SPRENGELIANA
Nome Científico: Sprengeliana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Sprengeliana
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Sprengeliana é endêmica do Brasil. Seu habitat natural é a Mata Atlântica em especial nos estados da Bahia, Minas Gerais (cadeia do Espinhaço), Espírito Santo e Rio de Janeiro. Trata-se de um exemplar epífito. A planta muitas vezes é encontrada com crescimento em ângulos e possui uma roseta composta de vinte a trinta folhas. Suas folhas são na cor verde cinza, são eretas e hermeticamente embaladas, com tricomas bem destacados. Trata-se de uma miniatura de Tillandsias que raramente é encontrado. Muito semelhante a uma alcachofra, esta pequena miniatura produz uma inflorescência deslumbrante de incrível vermelho que duram de três a quatro dias e que é quase maior que a planta inteira. Infelizmente a planta se encontra inscrita nas páginas da CITES, seção II. Poucos são os felizes colecionadores que a tem incorporada em seus acervos.
Nome Popular: Tillandsia Sprengeliana
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Sprengeliana é endêmica do Brasil. Seu habitat natural é a Mata Atlântica em especial nos estados da Bahia, Minas Gerais (cadeia do Espinhaço), Espírito Santo e Rio de Janeiro. Trata-se de um exemplar epífito. A planta muitas vezes é encontrada com crescimento em ângulos e possui uma roseta composta de vinte a trinta folhas. Suas folhas são na cor verde cinza, são eretas e hermeticamente embaladas, com tricomas bem destacados. Trata-se de uma miniatura de Tillandsias que raramente é encontrado. Muito semelhante a uma alcachofra, esta pequena miniatura produz uma inflorescência deslumbrante de incrível vermelho que duram de três a quatro dias e que é quase maior que a planta inteira. Infelizmente a planta se encontra inscrita nas páginas da CITES, seção II. Poucos são os felizes colecionadores que a tem incorporada em seus acervos.
TILLANDSIA ROTHII
Nome Científico: Rothiii Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Rothii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Rothii é um exemplar epífito nativo do México. Ela possui um crescimento grande e colorido. É simplesmente uma das mais espetaculares Tillandsias. É muito semelhante a Tillandsia Xerográphica, mas suas folhas são um atrativo verde amarelo, e não cinza prata, mais brilhantes e suaves. Naturalmente, a inflorescência é muito diferente, mas só é encontrada na costa oeste do México, ao sul de Puerto Vallarta, no bosque, onde prevalece o calor do verão e não há muita chuva. Ao receber uma luz brilhante, maior será o colorido de sua inflorescência, muitas vezes tomando uma tonalidade de cereja escura. As espigas infladas que são numerosas, variam do cereja amarelo e o verde musgo, com flores verde pálido. Na natureza levam de dois a três anos para tornar-se adulta. Já nos cultivos domésticos ao receberem uma maior quantidade de água, seu crescimento será bem mais rápido. A planta também cora quando recebe luz com maior intensidade. Ela não está freqüentemente disponível o mercado de plantas o que pode tornar a sua aquisição bastante cara. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Rothii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Rothii é um exemplar epífito nativo do México. Ela possui um crescimento grande e colorido. É simplesmente uma das mais espetaculares Tillandsias. É muito semelhante a Tillandsia Xerográphica, mas suas folhas são um atrativo verde amarelo, e não cinza prata, mais brilhantes e suaves. Naturalmente, a inflorescência é muito diferente, mas só é encontrada na costa oeste do México, ao sul de Puerto Vallarta, no bosque, onde prevalece o calor do verão e não há muita chuva. Ao receber uma luz brilhante, maior será o colorido de sua inflorescência, muitas vezes tomando uma tonalidade de cereja escura. As espigas infladas que são numerosas, variam do cereja amarelo e o verde musgo, com flores verde pálido. Na natureza levam de dois a três anos para tornar-se adulta. Já nos cultivos domésticos ao receberem uma maior quantidade de água, seu crescimento será bem mais rápido. A planta também cora quando recebe luz com maior intensidade. Ela não está freqüentemente disponível o mercado de plantas o que pode tornar a sua aquisição bastante cara. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA ROSEIFLORA
Nome Científico: Roseiflora Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Roseiflora
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Roseiflora é endêmica do Brasil, mais precisamente da Floresta Pluvial Atlântica alto montana do estado do Rio de Janeiro, ocorrendo também no Pico do Frade no município de Nova Friburgo. Trata-se de um magnífico exemplar que possui folhas verdes suavemente cobertas de tricomas que lhe dá um tom acinzentado em forma de roseta. Ela possui bráctea rosa escuro e flores fúcsia. Sem duvida um exemplar muito decorativo que chama a atenção até mesmo dos menos atentos. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Roseiflora
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Roseiflora é endêmica do Brasil, mais precisamente da Floresta Pluvial Atlântica alto montana do estado do Rio de Janeiro, ocorrendo também no Pico do Frade no município de Nova Friburgo. Trata-se de um magnífico exemplar que possui folhas verdes suavemente cobertas de tricomas que lhe dá um tom acinzentado em forma de roseta. Ela possui bráctea rosa escuro e flores fúcsia. Sem duvida um exemplar muito decorativo que chama a atenção até mesmo dos menos atentos. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
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