Nome Científico: Oaxacana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Oaxacana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Oaxacana é endêmica do México. Seu habitat se dá em baixa altitude, em carvalhos e coníferas. Ela produz muitas folhas curvas formando uma roseta suave, e prateada, de onde surge um pedúnculo grande cor de rosa e sua inflorescência cor violeta. Trata-se de uma espécie muito difícil de se encontrar informações sobre a mesma. Hiroyuki Takizawa alega que é uma planta rara, mas que pode ser apenas encontrada sendo cultivada no Japão. É muito parecida com a Tillandsia Magnusiana, mas as folhas são mais largas. Ela também é munida de tricomas com os quais captam e retém a umidade e nutrientes para a planta. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Seguidores
sexta-feira, 3 de junho de 2011
TILLANDSIA NEGLECTA
Nome Científico: Neglecta Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Neglecta
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Neglecta é endêmica do Brasil, seu habitat natural é em escarpas rochosas do continente, bem como sobre as ilhas onde cresce em densas populações. É muito comum no estado do Rio de Janeiro. Vegetalmente é semelhante a Tillandsia Araujei e em flor muito próxima da Tillandsia Stricta. Muito fácil de se cultivar e propagar, ela forma grandes conjuntos de suspenção. Gosta de luz brilhante e clima seco. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/4 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Neglecta
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Neglecta é endêmica do Brasil, seu habitat natural é em escarpas rochosas do continente, bem como sobre as ilhas onde cresce em densas populações. É muito comum no estado do Rio de Janeiro. Vegetalmente é semelhante a Tillandsia Araujei e em flor muito próxima da Tillandsia Stricta. Muito fácil de se cultivar e propagar, ela forma grandes conjuntos de suspenção. Gosta de luz brilhante e clima seco. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/4 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água.
Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA MERIDIONALIS SALMON
Nome Científico: Meridionalis SalmonTillandsia
Nome Popular: Tillandsia Meridionalis Salmon
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Meridionalis Salmon pode ser encontrada no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, onde cresce bem sob uma miríade de condições diversas. As folhas são um pouco mais duras do que a maioria das espécies Meridionalis, pelo que requer menos água e pode ficar ao sol direto um pouco mais que a maioria das Tillandsias. É também uma planta muito profusa. É um exemplar que forma uma roseta com folhas que crescem a partir de uma área central e se espalha para cima e para fora como uma fonte. Muito bonita a forma, mas se for cultivada de cabeça para baixo, vai fazer uma curva em direção a horizontal. Existem dois tipos de inflorescência: o rosa e o salmão. O rosa mais comum e o salmão muito raro e mais bonito. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Meridionalis Salmon
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
A Tillandsia Meridionalis Salmon pode ser encontrada no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, onde cresce bem sob uma miríade de condições diversas. As folhas são um pouco mais duras do que a maioria das espécies Meridionalis, pelo que requer menos água e pode ficar ao sol direto um pouco mais que a maioria das Tillandsias. É também uma planta muito profusa. É um exemplar que forma uma roseta com folhas que crescem a partir de uma área central e se espalha para cima e para fora como uma fonte. Muito bonita a forma, mas se for cultivada de cabeça para baixo, vai fazer uma curva em direção a horizontal. Existem dois tipos de inflorescência: o rosa e o salmão. O rosa mais comum e o salmão muito raro e mais bonito. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA MAURYANA
Nome Científico: Mauryana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Mauryana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Mauryana é nativa do centro do México, onde cresce sobre rochedos em florestas secas. Uma forma de roseta com folhas muito escamosas semelhante em forma a Atroviridipetala não só como bem formado. Tem um pequeno scape com um salmão para bráctea floral rosa e flores de cor púrpura escuras que surgem uma de cada vez. É uma espécie muito bonita, mas um cultivo um pouco difícil de se manter. Esta planta está inscrita na lista da CITES (Convenção Sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas)
Nome Popular: Tillandsia Mauryana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Mauryana é nativa do centro do México, onde cresce sobre rochedos em florestas secas. Uma forma de roseta com folhas muito escamosas semelhante em forma a Atroviridipetala não só como bem formado. Tem um pequeno scape com um salmão para bráctea floral rosa e flores de cor púrpura escuras que surgem uma de cada vez. É uma espécie muito bonita, mas um cultivo um pouco difícil de se manter. Esta planta está inscrita na lista da CITES (Convenção Sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas)
TILLANDSIA MACBRIDEANA
Nome Científico: Macbrideana Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Macbrideana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru e Equador
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Macbrideriana é endêmica do Peru e Equador. É uma das menores Tillandsias conhecidas e crescem em grandes altitudes em seu habitat natural agarrada em rochas, formando moitas macias depois de vários anos de cultivo. É um espécime raro. Possui quadro subespécies, todas igualmente raras. Muito pouco se sabe a respeito da planta, pois não há maiores informações divulgadas na Internet a não ser algumas fotos. As subespécies são:
1. Tillandsia Macbrideana Var. Atroviolacea
2. Tillandsia Macbrideana Var. Logifolia
3. Tillandsia Macbrideana Var. Longispica
4. Tillandsia Macbrideana Var. Macbridena
Nome Popular: Tillandsia Macbrideana
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: Peru e Equador
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Macbrideriana é endêmica do Peru e Equador. É uma das menores Tillandsias conhecidas e crescem em grandes altitudes em seu habitat natural agarrada em rochas, formando moitas macias depois de vários anos de cultivo. É um espécime raro. Possui quadro subespécies, todas igualmente raras. Muito pouco se sabe a respeito da planta, pois não há maiores informações divulgadas na Internet a não ser algumas fotos. As subespécies são:
1. Tillandsia Macbrideana Var. Atroviolacea
2. Tillandsia Macbrideana Var. Logifolia
3. Tillandsia Macbrideana Var. Longispica
4. Tillandsia Macbrideana Var. Macbridena
TILLANDSIA KOLBII
Nome Científico: Kolbii Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Kolbii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Kolbii é endêmica do México. Esta Tillandsia é muito parecida com uma Ionantha, mas tem uma determinada paisagem no centro da roseta. Há tempos atrás foi previamente identificada como Tillandsia Ionantha Var, Scaposa e hoje é chamada de Kolbii. A planta tem entre quatro e cinco centímetros de altura. Suas folhas são verdes prateadas, cobertas de escamas peltadas. Quando entra na ecoa da floração é tomada por um rubor vermelho rosado com flores roxas. Gosta de sombra e pouca luz branda do sol pela manhã. O exemplar apodrece facilmente, portanto é necessário cultivá-la de cabeça para baixo ou em ângulo de tal forma que o excesso de água escorra, evitando-se assim o apodrecimento da planta. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
Nome Popular: Tillandsia Kolbii
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Kolbii é endêmica do México. Esta Tillandsia é muito parecida com uma Ionantha, mas tem uma determinada paisagem no centro da roseta. Há tempos atrás foi previamente identificada como Tillandsia Ionantha Var, Scaposa e hoje é chamada de Kolbii. A planta tem entre quatro e cinco centímetros de altura. Suas folhas são verdes prateadas, cobertas de escamas peltadas. Quando entra na ecoa da floração é tomada por um rubor vermelho rosado com flores roxas. Gosta de sombra e pouca luz branda do sol pela manhã. O exemplar apodrece facilmente, portanto é necessário cultivá-la de cabeça para baixo ou em ângulo de tal forma que o excesso de água escorra, evitando-se assim o apodrecimento da planta. Reprodução – Nas plantas matrizes e / ou mãe após florescerem, posteriormente começará a surgir nas axilas dos exemplares pequenos brotos (filhotes), começam então a planta matriz começará a morrer lentamente, deixando em seu lugar de três a cinco filhotes que crescerão formando lindas touceiras. Cultivo – Por serem consideradas plantas CAM, as Tillandsias não devem ser regadas a noite. Necessitam de regas em dias alternados na forma de brumas ou névoas através de um aspessor. Devem estar em locais bem claros sem a incidência do sol diretamente sobre si. A ventilação é fator fundamental para a sua sobrevivência. A adubação deve se dar duas vezes no mês com produtos hidrossolúvel para Orquídeas, utilizando-se 1/3 da dosagem recomendada pelo fabricante diluída em um litro de água. Obs: Interessados na compra de exemplares destas variedades ou outras, favor solicitar Catálogo Fotográfico pelo e-mail: romulocbraga@uol.com.br
TILLANDSIA GRANDIS
Nome Científico: Grandis Tillandsia
Nome Popular: Tillandsia Grandis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Grandis é endêmica do México. É a maior espécie do gênero das Tillandsias. O nome botânico sugere Grandis, devido ao seu tamanho avantajado. É encontrada no México nas montanhas de Veracruz, em altitude variando entre oitocentos e cinqüenta a mil e quinhentos metros acima do nível do mar. A Tillandsia Grandis é rupicola, e cresce em rochas de face íngremes, raramente são epífitas. É a maior Tillandsia da subfamília. Sua roseta atinge facilmente quatro metros de diâmetro e sua inflorescência é absolutamente espetacular, podendo ter até três metros e oitenta centímetros de altura. Ela começa a florescer depois de muitos anos de cultivo. Do centro de sua roseta sai uma haste de inflorescência que cresce verticalmente e em seguida se inclina ligeiramente para um lado e posteriormente cresce novamente ereto. O resultado é uma forma ligeiramente curvada do eixo central. Sua flores começam a se abrir ao final da tarde e se fecham na manhã seguinte. Sua inflorescência é simples, assemelhando-se a algumas espigas de milho juntas. As muitas pétalas de folhas semelhantes têm cerca de um centímetro, hastes longas, são hermafroditas, e flores tríplices. Suas sépalas têm entre três a quatro centímetros e meio de comprimento. As pétalas são amarelas, verde ou verdes brancas e têm de oito a doze centímetros de comprimento. Os seis estames são salientes em relação às pétalas e perduram na extremidade durante a noite, quando são fecundadas pelos morcegos. Além disso o estigma se projeta a partir da flor. Há a presença de cápsulas de frutos em forma de fios de cabelos esvoaçantes e não são dobrados.
Trata-se de um exemplar muito raro que dificilmente é encontrado a venda. Felizes alguns poucos colecionadores privilegiados que as possuem incorporadas em suas coleções.
Nome Popular: Tillandsia Grandis
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Origem: México
Ciclo de Vida: Perene
Por: Rômulo Cavalcanti Braga
Tillandsia Grandis é endêmica do México. É a maior espécie do gênero das Tillandsias. O nome botânico sugere Grandis, devido ao seu tamanho avantajado. É encontrada no México nas montanhas de Veracruz, em altitude variando entre oitocentos e cinqüenta a mil e quinhentos metros acima do nível do mar. A Tillandsia Grandis é rupicola, e cresce em rochas de face íngremes, raramente são epífitas. É a maior Tillandsia da subfamília. Sua roseta atinge facilmente quatro metros de diâmetro e sua inflorescência é absolutamente espetacular, podendo ter até três metros e oitenta centímetros de altura. Ela começa a florescer depois de muitos anos de cultivo. Do centro de sua roseta sai uma haste de inflorescência que cresce verticalmente e em seguida se inclina ligeiramente para um lado e posteriormente cresce novamente ereto. O resultado é uma forma ligeiramente curvada do eixo central. Sua flores começam a se abrir ao final da tarde e se fecham na manhã seguinte. Sua inflorescência é simples, assemelhando-se a algumas espigas de milho juntas. As muitas pétalas de folhas semelhantes têm cerca de um centímetro, hastes longas, são hermafroditas, e flores tríplices. Suas sépalas têm entre três a quatro centímetros e meio de comprimento. As pétalas são amarelas, verde ou verdes brancas e têm de oito a doze centímetros de comprimento. Os seis estames são salientes em relação às pétalas e perduram na extremidade durante a noite, quando são fecundadas pelos morcegos. Além disso o estigma se projeta a partir da flor. Há a presença de cápsulas de frutos em forma de fios de cabelos esvoaçantes e não são dobrados.
Trata-se de um exemplar muito raro que dificilmente é encontrado a venda. Felizes alguns poucos colecionadores privilegiados que as possuem incorporadas em suas coleções.
Assinar:
Postagens (Atom)














